14/11/08
Após discussões exaustivas sobre publicidade no orkut, o Google resolveu implantá-la em massa nos perfis e comunidades do site.
O sucesso da rede social no Brasil parece finalmente ter encontrado uma forma para obter receita financeira, depois da gigante da internet ter enfrentado diversos problemas com a Justiça devido aos conteúdos inadequados postados por usuários.
Desde a última segunda-feira (14), o orkut publica anúncios no site. Anteriormente, a exibição de anúncios não era frequente e restrita à um grupo de testes.
A estréia da publicidade na rede social mais popular do país ocorreu sem alarde e obedece ao critério de palavras-chave do Google. Quem está em uma comunidade de empregos, visualizará anúncios de trabalho, por exemplo.
Com informações do Plantão INFO
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
"TV digital frustrou os brasileiros"
14/11/08
O diretor para a América do Sul da fabricante de chips que equipa os produtos da Proview, Ricardo Tortorella, afirmou que as vendas de conversores no país ainda não emplacaram e devem continuar no mesmo ritmo lento em 2009.
Em entrevista ao Plantão INFO, o executivo disse que uma grande expectativa foi criada em torno dos benefícios e da qualidade da TV digital antes de seu lançamento, mas os consumidores ficaram "frustrados após utilizá-la". Tortorella acredita que a propaganda boca-a-boca acabou prejudicando o comércio das peças.
Segundo ele, "toda tecnologia quando estréia leva um tempo para se popularizar e há poucas cidades transmitindo o conteúdo da programação em sinal digital". O diretor também afirma que a iniciativa do governo de baratear o custo dos aparelhos acabou contrariando as leis de mercado.
Apesar disso, Ricardo ainda enxerga três fatores que podem contribuir para a popularização da TV digital: a introdução das ferramentas de interatividade na TV, a melhor oferta de conteúdo e de sinal de qualidade e uma campanha que explique para a população o que é a TV digital e quais são seus benefícios. “Uma minoria da população conhece hoje o que a TV digital pode fazer”, diz Ricardo.
As projeções do Fórum Brasileiro de TV digital indicaram que, até o final deste ano o sinal das redes abertas atenderá 40 milhões de usuários, mas só uma minoria, cerca de 1,6% ou 650 mil usuários migrou para o sistema digital.
Redação Adnews
O diretor para a América do Sul da fabricante de chips que equipa os produtos da Proview, Ricardo Tortorella, afirmou que as vendas de conversores no país ainda não emplacaram e devem continuar no mesmo ritmo lento em 2009.
Em entrevista ao Plantão INFO, o executivo disse que uma grande expectativa foi criada em torno dos benefícios e da qualidade da TV digital antes de seu lançamento, mas os consumidores ficaram "frustrados após utilizá-la". Tortorella acredita que a propaganda boca-a-boca acabou prejudicando o comércio das peças.
Segundo ele, "toda tecnologia quando estréia leva um tempo para se popularizar e há poucas cidades transmitindo o conteúdo da programação em sinal digital". O diretor também afirma que a iniciativa do governo de baratear o custo dos aparelhos acabou contrariando as leis de mercado.
Apesar disso, Ricardo ainda enxerga três fatores que podem contribuir para a popularização da TV digital: a introdução das ferramentas de interatividade na TV, a melhor oferta de conteúdo e de sinal de qualidade e uma campanha que explique para a população o que é a TV digital e quais são seus benefícios. “Uma minoria da população conhece hoje o que a TV digital pode fazer”, diz Ricardo.
As projeções do Fórum Brasileiro de TV digital indicaram que, até o final deste ano o sinal das redes abertas atenderá 40 milhões de usuários, mas só uma minoria, cerca de 1,6% ou 650 mil usuários migrou para o sistema digital.
Redação Adnews
Tecnologia de Minority Report vira realidade
17/11/08
O sistema operacional g-speak, controlado por gestos das mãos, sai direto da tela do cinema para a vida real.
A startup Oblong Industries, que nasceu dentro Media Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT), apresentou oficialmente nesta semana a tecnologia, que revoluciona a interface entre humanos e máquinas.
O vídeo exibido no site da empresa mostra pessoas arrastando objetos e manipulando imagens virtuais, sem tocar em nenhuma superfície real – mais ou menos como fazia o personagem de Tom Cruise, em Minority Report.
A semelhança não é mera coincidência. Segundo o site da Oblong, membros da equipe que produziu o longa de Steven Spielberg estiveram no MIT vendo como funcionava a tecnologia, que já vinha sendo estudada desde meados da década de 1990.
O g-speak é definido por seus criadores como um “ambiente operacional espacial”, que ajuda os programadores a escrever aplicativos que usam input gestual, que funcionam em grandes telas e com múltiplos usuários simultâneos. Um vídeo no site da Oblong dá uma boa idéia de como funciona a tecnologia.
As aplicações incluem análise de grandes grupos de dados, operação de interfaces de terceira dimensão, aplicações colaborativas, integração de múltiplos computadores em ambientes unificados de trabalho de grande escala e desenvolvimento de aplicativos que rodam interativamente sobre redes corporativas.
A empresa não detalha seu modelo comercial, mas afirma que o sistema já está em uso em empresas do ranking das 50 maiores da Fortune, no governo e em universidades.
O site diz ainda que o kit de desenvolvimento para o g-speak roda tanto em Linux quanto em Mac OS X e oferece contato para parcerias.
Fonte: Plantão INFO
O sistema operacional g-speak, controlado por gestos das mãos, sai direto da tela do cinema para a vida real.
A startup Oblong Industries, que nasceu dentro Media Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT), apresentou oficialmente nesta semana a tecnologia, que revoluciona a interface entre humanos e máquinas.
O vídeo exibido no site da empresa mostra pessoas arrastando objetos e manipulando imagens virtuais, sem tocar em nenhuma superfície real – mais ou menos como fazia o personagem de Tom Cruise, em Minority Report.
A semelhança não é mera coincidência. Segundo o site da Oblong, membros da equipe que produziu o longa de Steven Spielberg estiveram no MIT vendo como funcionava a tecnologia, que já vinha sendo estudada desde meados da década de 1990.
O g-speak é definido por seus criadores como um “ambiente operacional espacial”, que ajuda os programadores a escrever aplicativos que usam input gestual, que funcionam em grandes telas e com múltiplos usuários simultâneos. Um vídeo no site da Oblong dá uma boa idéia de como funciona a tecnologia.
As aplicações incluem análise de grandes grupos de dados, operação de interfaces de terceira dimensão, aplicações colaborativas, integração de múltiplos computadores em ambientes unificados de trabalho de grande escala e desenvolvimento de aplicativos que rodam interativamente sobre redes corporativas.
A empresa não detalha seu modelo comercial, mas afirma que o sistema já está em uso em empresas do ranking das 50 maiores da Fortune, no governo e em universidades.
O site diz ainda que o kit de desenvolvimento para o g-speak roda tanto em Linux quanto em Mac OS X e oferece contato para parcerias.
Fonte: Plantão INFO
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Disney lança versão em português de mundo virtual para criança
12/11/2008, 17h04
A Disney lançou oficialmente nesta quarta-feira, 12, em São Paulo, a versão em português do Club Penguin, mundo virtual criado em 2005 no Canadá e adquirido em 2007. No endereço www.clubpenguin.com/pt/ , os usuários escolhem um avatar de pingüim, jogam, batem papo e interagem com os amigos. "A versão em inglês de Club Penguin tem cerca de 500 mil usuários brasileiros, pensamos que fazia sentido lançar a primeira versão não-inglesa do site em português, com foco nas crianças brasileiras", disse Lane Marrifield, vice-presidente executivo e diretor geral da Disney Online Studios e um dos fundadores de Club Penguin. Segundo o executivo, nos próximos meses, o site deve ganhar versões também em outros idiomas. Os próximos devem ser o francês e o espanhol.
A atualização dos jogos e atividades é semanal e será feita simultaneamente em inglês e português. De acordo com Marrifield, há uma equipe de 250 pessoas espalhadas nos escritórios de Club Penguin em Kelowna (Canadá), Brighton (Reino Unido) e Sidney (Austrália), desenvolvendo atividades e monitorando a navegação dos cerca de 6 milhões de usuários do site. Uma equipe de 11 pessoas cuidará das operações do site no escritório de São Paulo. Os pais também podem visualizar o histórico de navegação dos filhos no site e programar o tempo que eles podem passar brincando no mundo virtual.
Offline
O registro e os jogos são gratuitos, mas para ter direito a certos recursos, como comprar roupas ou decorar um iglu, é preciso fazer uma assinatura mensal (R$8,95), semestral (R$44,95) ou anual (R$84,95). Não há anunciantes no mundo virtual e a assinatura é uma fonte de recursos para manter as operações. Outra fonte de receitas são os licenciamentos. Segundo Marrifield, os brinquedos de Club Penguin devem chegar no Brasil, mas ainda não há data definida. No final de novembro, será lançado o game Club Penguin para o Nintendo DS, em que o jogador terá as experiências do mundo virtual offline e poderá acumular moedas para usar também na Internet.
A edição de novembro da revista TELA VIVA, que circula na segunda quinzena do mês, trará uma reportagem sobre as iniciativas dos produtores de conteúdo audiovisual infantil em novas plataformas. Da Redação - PAY-TV News
A Disney lançou oficialmente nesta quarta-feira, 12, em São Paulo, a versão em português do Club Penguin, mundo virtual criado em 2005 no Canadá e adquirido em 2007. No endereço www.clubpenguin.com/pt/ , os usuários escolhem um avatar de pingüim, jogam, batem papo e interagem com os amigos. "A versão em inglês de Club Penguin tem cerca de 500 mil usuários brasileiros, pensamos que fazia sentido lançar a primeira versão não-inglesa do site em português, com foco nas crianças brasileiras", disse Lane Marrifield, vice-presidente executivo e diretor geral da Disney Online Studios e um dos fundadores de Club Penguin. Segundo o executivo, nos próximos meses, o site deve ganhar versões também em outros idiomas. Os próximos devem ser o francês e o espanhol.
A atualização dos jogos e atividades é semanal e será feita simultaneamente em inglês e português. De acordo com Marrifield, há uma equipe de 250 pessoas espalhadas nos escritórios de Club Penguin em Kelowna (Canadá), Brighton (Reino Unido) e Sidney (Austrália), desenvolvendo atividades e monitorando a navegação dos cerca de 6 milhões de usuários do site. Uma equipe de 11 pessoas cuidará das operações do site no escritório de São Paulo. Os pais também podem visualizar o histórico de navegação dos filhos no site e programar o tempo que eles podem passar brincando no mundo virtual.
Offline
O registro e os jogos são gratuitos, mas para ter direito a certos recursos, como comprar roupas ou decorar um iglu, é preciso fazer uma assinatura mensal (R$8,95), semestral (R$44,95) ou anual (R$84,95). Não há anunciantes no mundo virtual e a assinatura é uma fonte de recursos para manter as operações. Outra fonte de receitas são os licenciamentos. Segundo Marrifield, os brinquedos de Club Penguin devem chegar no Brasil, mas ainda não há data definida. No final de novembro, será lançado o game Club Penguin para o Nintendo DS, em que o jogador terá as experiências do mundo virtual offline e poderá acumular moedas para usar também na Internet.
A edição de novembro da revista TELA VIVA, que circula na segunda quinzena do mês, trará uma reportagem sobre as iniciativas dos produtores de conteúdo audiovisual infantil em novas plataformas. Da Redação - PAY-TV News
Aneel libera banda larga na rede elétrica mesmo sem regras
Essas novidades poderão agilizar vários outros serviços!
Regulamentação
Aneel libera banda larga na rede elétrica mesmo sem regras
13/11/2008, 19h47
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende colocar em consulta pública uma proposta de regulamentação do serviço de transmissão de dados pela rede elétrica – conhecido pelas siglas PLC ou BPL. A consulta, no entanto, ainda não tem data para ser lançada.
O ponto principal a ser regulamentado, no entanto, diz respeito à utilização de radiofreqüência de modo que não interfira em outros serviços prestados na mesma faixa. A Anatel deu um importante passo nessa etapa com o consulta pública que terminou no dia 30 de setembro. A expectativa do setor é que no início do ano saia a regulamentação por parte da agência do setor de telecom. Do lado elétrico, a questão parece ser mais simples, tanto é que, conforme apurou este noticiário junto à agência, a Aneel permite que as empresas iniciem a oferta comercial do serviço mesmo sem a regulamentação da sua parte.
O ponto central sob o ponto de vista da concessão das empresas de energia é o uso compartilhado das redes. Como a legislação atual do setor elétrico impede os distribuidores de energia de prestarem qualquer serviço que não seja o de distribuição, é preciso definir quem vai explorar esse serviço, se empresa do mesmo grupo econômico da distribuidora ou terceiros. Outro ponto importante diz respeito à cobrança pelo uso da rede: se haverá livre negociação, como ocorre atualmente nos contratos de compartilhamento de infra-estrutura, ou se haverá regra específica sobre isso. Essa discussão terá que envolver, necessariamente, a Anatel, conforme nota da Aneel.
A agência ainda informa que com a introdução do PLC, as distribuidoras de energia conseguem outras fontes de receita com o aluguel das suas instalações, o que representa ganhos para as empresas que obrigatoriamente tem de se reverter em modicidade tarifária para os clientes. Helton Posseti - PAY-TV News
Banda larga
AES Eletropaulo entrará no mercado com rede PLC
13/11/2008, 16h53
A AES Eletropaulo Telecom anunciou nesta quinta-feira, 13, que oferecerá sua infra-estrutura a prestadores interessados na oferta de banda larga pela rede elétrica.
A empresa tem a tecnologia implantada em 300 prédios em São Paulo, com 150 clientes utilizando de fato o serviço em caráter de teste. A oferta comercial deve acontecer no primeiro trimestre de 2009. A companhia investiu R$ 20 milhões nos testes que incluem os equipamentos adquiridos da norte-americana Current, e uma expansão da rede óptica de cerca em 70 km.
A AES Eletropaulo não vai prestar o serviço diretamente ao cliente final, mas sim oferecer a infra-estrutura às operadoras e prestadoras de serviços interessadas em fazê-lo. Teresa Vernaglia, diretora-geral da Eletropaulo Telecom, afirma que não tem interesse em competir com os atuais clientes. A companhia hoje tem uma rede de fibra óptica com 2 mil quilômetros de extensão e fornece capacidade de backhaul e acesso às concessionárias de telefonia e às operadoras móveis.
Modelos
A companhia chama o serviço de BPL (Broadband Poweline) que é a nomenclatura européia, enquanto que PLC é mais usado nos EUA, conforme explica Teresa. Foram desenvolvidos dois modelos de topografia de rede para o uso da BPL. No modelo out build, o equipamento que insere o sinal de dados na rede elétrica fica no poste de energia, logo depois do transformador. Em São Paulo, cada transformador atende em média 1,8 edifício. Sendo assim, uma vez colocado o equipamento, todos os apartamentos desses prédios ficam automaticamente "iluminados". No modelo in-build, o equipamento é instalado na sala de medição do condomínio, iluminando todos os apartamentos automaticamente, já que o sinal de dados é distribuído junto com a energia. Para o serviço ser prestado nesse segundo modelo, a fibra óptica tem que chegar até o prédio. A vantagem do in-build é que os equipamentos já são homologados pela Anatel.
Consulta pública
A consulta pública que criou as especificações técnicas para o modelo out-build terminou em 30 de setembro. Teresa afirma que o importante da consulta é que ela determina as condições técnicas dos equipamentos, o que dá segurança aos fabricantes para produzi-los e garante a interoperabilidade entre os fornecedores. Com relação à Aneel (a agência reguladora do setor elétrico), Teresa explica que como a solução in-build não usa a rede elétrica pública (objeto da concessão), e sim a do prédio, não há problemas. Ela disse que Anatel e Aneel têm conversado sobre o modelo que usa a rede elétrica pública, mas até a Aneel não se pronunciou publicamente sobre o assunto.
Teresa não vê problema do serviço ser prestado em caráter secundário – conforme definido pela consulta pública. "Não consideramos que isso seja um fator crítico para adoção da tecnologia. O nível de interferência é muito baixo", diz ela.
Vantagens
A executiva explica que para as operadoras, a vantagem da solução é que ela pode chegar até áreas onde hoje a oferta de banda larga pelos meios tradicionais é deficiente. A executiva citou algumas regiões com essa características que poderiam ser atendidas pelo BPL como Granja Viana, Morumbi, Alphaville e Alto da Boa Vista – todas em São Paulo. Além disso, a solução tem a vantagem de não precisar de nenhum tipo de cabeamento nos prédios, o que é um fator crucial em edifícios mais antigos.
Do ponto de vista do usuário – conforme indicou pesquisa feita com os participantes do teste – um benefício apontado é que a banda larga fica disponível em qualquer tomada da casa. Teresa reconhece que com relação à mobilidade, na prática as pessoas podem colocar um roteador wi-fi, mas frisa que o benefício de ter a rede em todas as tomadas apareceu na pesquisa. Outro benefício levantado pelos usuários do teste é a ausência de cabos pela casa. A executiva afirma que foram criados filtros para impedir que os equipamentos elétricos interfiram no desempenho da rede de dados. Segundo ela, isso acontecia no começo. Outra questão importante é que a velocidade de download é a mesma que de upload, o que não acontece no ADSL.
Helton Posseti - PAY-TV News
Regulamentação
Aneel libera banda larga na rede elétrica mesmo sem regras
13/11/2008, 19h47
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende colocar em consulta pública uma proposta de regulamentação do serviço de transmissão de dados pela rede elétrica – conhecido pelas siglas PLC ou BPL. A consulta, no entanto, ainda não tem data para ser lançada.
O ponto principal a ser regulamentado, no entanto, diz respeito à utilização de radiofreqüência de modo que não interfira em outros serviços prestados na mesma faixa. A Anatel deu um importante passo nessa etapa com o consulta pública que terminou no dia 30 de setembro. A expectativa do setor é que no início do ano saia a regulamentação por parte da agência do setor de telecom. Do lado elétrico, a questão parece ser mais simples, tanto é que, conforme apurou este noticiário junto à agência, a Aneel permite que as empresas iniciem a oferta comercial do serviço mesmo sem a regulamentação da sua parte.
O ponto central sob o ponto de vista da concessão das empresas de energia é o uso compartilhado das redes. Como a legislação atual do setor elétrico impede os distribuidores de energia de prestarem qualquer serviço que não seja o de distribuição, é preciso definir quem vai explorar esse serviço, se empresa do mesmo grupo econômico da distribuidora ou terceiros. Outro ponto importante diz respeito à cobrança pelo uso da rede: se haverá livre negociação, como ocorre atualmente nos contratos de compartilhamento de infra-estrutura, ou se haverá regra específica sobre isso. Essa discussão terá que envolver, necessariamente, a Anatel, conforme nota da Aneel.
A agência ainda informa que com a introdução do PLC, as distribuidoras de energia conseguem outras fontes de receita com o aluguel das suas instalações, o que representa ganhos para as empresas que obrigatoriamente tem de se reverter em modicidade tarifária para os clientes. Helton Posseti - PAY-TV News
Banda larga
AES Eletropaulo entrará no mercado com rede PLC
13/11/2008, 16h53
A AES Eletropaulo Telecom anunciou nesta quinta-feira, 13, que oferecerá sua infra-estrutura a prestadores interessados na oferta de banda larga pela rede elétrica.
A empresa tem a tecnologia implantada em 300 prédios em São Paulo, com 150 clientes utilizando de fato o serviço em caráter de teste. A oferta comercial deve acontecer no primeiro trimestre de 2009. A companhia investiu R$ 20 milhões nos testes que incluem os equipamentos adquiridos da norte-americana Current, e uma expansão da rede óptica de cerca em 70 km.
A AES Eletropaulo não vai prestar o serviço diretamente ao cliente final, mas sim oferecer a infra-estrutura às operadoras e prestadoras de serviços interessadas em fazê-lo. Teresa Vernaglia, diretora-geral da Eletropaulo Telecom, afirma que não tem interesse em competir com os atuais clientes. A companhia hoje tem uma rede de fibra óptica com 2 mil quilômetros de extensão e fornece capacidade de backhaul e acesso às concessionárias de telefonia e às operadoras móveis.
Modelos
A companhia chama o serviço de BPL (Broadband Poweline) que é a nomenclatura européia, enquanto que PLC é mais usado nos EUA, conforme explica Teresa. Foram desenvolvidos dois modelos de topografia de rede para o uso da BPL. No modelo out build, o equipamento que insere o sinal de dados na rede elétrica fica no poste de energia, logo depois do transformador. Em São Paulo, cada transformador atende em média 1,8 edifício. Sendo assim, uma vez colocado o equipamento, todos os apartamentos desses prédios ficam automaticamente "iluminados". No modelo in-build, o equipamento é instalado na sala de medição do condomínio, iluminando todos os apartamentos automaticamente, já que o sinal de dados é distribuído junto com a energia. Para o serviço ser prestado nesse segundo modelo, a fibra óptica tem que chegar até o prédio. A vantagem do in-build é que os equipamentos já são homologados pela Anatel.
Consulta pública
A consulta pública que criou as especificações técnicas para o modelo out-build terminou em 30 de setembro. Teresa afirma que o importante da consulta é que ela determina as condições técnicas dos equipamentos, o que dá segurança aos fabricantes para produzi-los e garante a interoperabilidade entre os fornecedores. Com relação à Aneel (a agência reguladora do setor elétrico), Teresa explica que como a solução in-build não usa a rede elétrica pública (objeto da concessão), e sim a do prédio, não há problemas. Ela disse que Anatel e Aneel têm conversado sobre o modelo que usa a rede elétrica pública, mas até a Aneel não se pronunciou publicamente sobre o assunto.
Teresa não vê problema do serviço ser prestado em caráter secundário – conforme definido pela consulta pública. "Não consideramos que isso seja um fator crítico para adoção da tecnologia. O nível de interferência é muito baixo", diz ela.
Vantagens
A executiva explica que para as operadoras, a vantagem da solução é que ela pode chegar até áreas onde hoje a oferta de banda larga pelos meios tradicionais é deficiente. A executiva citou algumas regiões com essa características que poderiam ser atendidas pelo BPL como Granja Viana, Morumbi, Alphaville e Alto da Boa Vista – todas em São Paulo. Além disso, a solução tem a vantagem de não precisar de nenhum tipo de cabeamento nos prédios, o que é um fator crucial em edifícios mais antigos.
Do ponto de vista do usuário – conforme indicou pesquisa feita com os participantes do teste – um benefício apontado é que a banda larga fica disponível em qualquer tomada da casa. Teresa reconhece que com relação à mobilidade, na prática as pessoas podem colocar um roteador wi-fi, mas frisa que o benefício de ter a rede em todas as tomadas apareceu na pesquisa. Outro benefício levantado pelos usuários do teste é a ausência de cabos pela casa. A executiva afirma que foram criados filtros para impedir que os equipamentos elétricos interfiram no desempenho da rede de dados. Segundo ela, isso acontecia no começo. Outra questão importante é que a velocidade de download é a mesma que de upload, o que não acontece no ADSL.
Helton Posseti - PAY-TV News
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Globo vai produzir conteúdo para celular
27/03/2008 - 09h14
Globo vai produzir conteúdo para celular, diz Outro Canal
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da Folha Online
A Globo começará até o final do ano a produzir conteúdo para telefones celulares, confiante em boas vendas de telefones receptores de TV digital, a serem lançados nos próximos meses, informa na edição desta quinta-feira a coluna Outro Canal, de Daniel Castro, na Folha de S.Paulo --conteúdo na íntegra disponível para assinantes.
A expectativa da Globo está baseada em uma pesquisa, feita em São Paulo, que mostrou que 80% do público estaria disposto a comprar celulares receptores de TV.
Octavio Florisbal, diretor-geral da Globo, disse que a emissora precisa produzir o quanto antes conteúdo específico para celulares e miniTVs digitais. Ele informou ao colunista que o conteúdo seria composto de pequenos programas, que seriam inicialmente veiculados nos intervalos da programação tradicional.
Globo vai produzir conteúdo para celular, diz Outro Canal
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da Folha Online
A Globo começará até o final do ano a produzir conteúdo para telefones celulares, confiante em boas vendas de telefones receptores de TV digital, a serem lançados nos próximos meses, informa na edição desta quinta-feira a coluna Outro Canal, de Daniel Castro, na Folha de S.Paulo --conteúdo na íntegra disponível para assinantes.
A expectativa da Globo está baseada em uma pesquisa, feita em São Paulo, que mostrou que 80% do público estaria disposto a comprar celulares receptores de TV.
Octavio Florisbal, diretor-geral da Globo, disse que a emissora precisa produzir o quanto antes conteúdo específico para celulares e miniTVs digitais. Ele informou ao colunista que o conteúdo seria composto de pequenos programas, que seriam inicialmente veiculados nos intervalos da programação tradicional.
"Éramos felizes e não sabíamos"
25/08/2008 - 08h52
"Éramos felizes e não sabíamos", diz diretor da Globo sobre novas mídias
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DIÓGENES MUNIZ
enviado especial da Folha Online ao Rio
A multiprogramação na TV digital não é uma opção para a Rede Globo, pois não trará mais anunciantes. A afirmação é do diretor de engenharia da emissora carioca, Fernando Bittencourt. Segundo o executivo, que debateu o assunto no Rio, os radiodifusores sentem saudades do tempo em que não havia ameaça das novas mídias ao seu modelo de negócios.
"No cenário de mídia, falando do passado, nós éramos felizes e não sabíamos. Isso há dez, 15 anos. A única forma de ver televisão era pelo ar", disse, lembrando o avanço da internet. Bittencourt participou na sexta-feira (22) do painel "Grandes Redes no Ambiente Digital", do 5º Fórum Internacional de TV Digital, ao lado de Frederico Nogueira, vice-presidente da Band, José Marcelo do Amaral, diretor de tecnologia da Record e Alexandre Sano, executivo de tecnologia do SBT.
Divulgação
"A TV aberta sobrevive de publicidade", lembra diretor global Fernando Bittencourt
O diretor global tentou convencer a platéia de que as emissoras não perdem audiência com as novas opções de informação e entretenimento --como DVDs e vídeos pela internet. Apresentando dados dos EUA, afirmou que a porcentagem de pessoas que vêem TV diminui, "mas a pizza da mídia cresce" --ou seja, fatiá-la em mais pedaços não teria afetado o número telespectadores.
Hoje, o Brasil tem quase 23 milhões de pessoas acessando a rede de casa. Segundo o Ibope, o crescimento no número de internautas tira pessoas da frente da TV no país.
Ao falar sobre a possibilidade de emissoras comerciais transmitirem mais de uma programação no mesmo espectro, o executivo recorreu à mesma metáfora culinária, mas para dizer o contrário. Segundo ele, não há motivo para as TVs oferecerem mais programações já que, neste caso, a "pizza continuará a mesma", com o mesmo número de anunciantes.
Milagre
Para a Globo, apesar de o sistema nipo-brasileiro de TV digital dar chance de transmitir quatro programações diferentes no mesmo espectro (em definição "standard", em vez de alta definição), isso está fora de cogitação.
"A TV aberta sobrevive de publicidade --essa não sabe se é analógica ou digital, quem sabe é a gente. Nós não temos dinheiro novo na TV digital. Então, se você assumir a multiprogramação, significa que o dinheiro que a gente tem é o mesmo para produzir mais de um, dois programas."
Julia Moraes/Folha Imagem
Para Globo, multiprogramação na TV digital não é uma opção comercialmente viável
De acordo com Bittencourt, "não tem muita razão a multiprogramação". "Com ela, você abre mão da alta definição --isso para mim é fatal. Entre uma e outra fico com a qualidade [de imagem]." Ao optar pela alta definição, as emissoras também evitam que novos "players" entrem em seu mercado.
Como de praxe, os representantes dos radiodifusores aproveitaram o evento para defender escolha do sistema nipo-brasileiro de TV digital com afinco, chegando a arrancar risadas da platéia. "É um milagre, gente", disse aos berros o vice-presidente da Band, Frederico Nogueira, sobre a nova transmissão.
A possibilidade de transmitir pelo menos quatro canais digitais na mesma radiofreqüência ainda está obscura mesmo para quem pretende empregar essa modalidade: as TVs públicas. Quase nove meses após o início das transmissões, há pouca definição governamental sobre o que pode ser feito para iniciar o uso de programações simultâneas por um mesmo radiodifusor.
O jornalista viajou a convite da IETV (Instituto de Estudos de Televisão)
Livro mostra como internet, jogos eletrônicos e celulares mudam nossa vida; leia introdução
Entenda os TEMAS ATUAIS da ciência em livro de Marcelo Gleiser
essa declaração de que não compensa uma emissora oferecer mais opções aos telespectadores mostra que a escolha do padrão japonês foi mais um erro cometido pelo brasil, foi para matar a mídia independente e manter a panelinha atual, mas se esse país evoluir como todos esperamos, o tiro vai sair pela culatra, a própria televisão brasileira vai enfraquecer, já que continuaremos tendo pouquíssimas opções na tv e o brasileiro mais endinheirado e mais culto vai ter nojo de tv (já acontece hj), ninguém mais vai ter o aparelho de tv em casa daqui 20 anos quando a web tiver conexão à 200 megas... pelo bem de todos nós.
"Éramos felizes e não sabíamos", diz diretor da Globo sobre novas mídias
Publicidade
DIÓGENES MUNIZ
enviado especial da Folha Online ao Rio
A multiprogramação na TV digital não é uma opção para a Rede Globo, pois não trará mais anunciantes. A afirmação é do diretor de engenharia da emissora carioca, Fernando Bittencourt. Segundo o executivo, que debateu o assunto no Rio, os radiodifusores sentem saudades do tempo em que não havia ameaça das novas mídias ao seu modelo de negócios.
"No cenário de mídia, falando do passado, nós éramos felizes e não sabíamos. Isso há dez, 15 anos. A única forma de ver televisão era pelo ar", disse, lembrando o avanço da internet. Bittencourt participou na sexta-feira (22) do painel "Grandes Redes no Ambiente Digital", do 5º Fórum Internacional de TV Digital, ao lado de Frederico Nogueira, vice-presidente da Band, José Marcelo do Amaral, diretor de tecnologia da Record e Alexandre Sano, executivo de tecnologia do SBT.
Divulgação
"A TV aberta sobrevive de publicidade", lembra diretor global Fernando Bittencourt
O diretor global tentou convencer a platéia de que as emissoras não perdem audiência com as novas opções de informação e entretenimento --como DVDs e vídeos pela internet. Apresentando dados dos EUA, afirmou que a porcentagem de pessoas que vêem TV diminui, "mas a pizza da mídia cresce" --ou seja, fatiá-la em mais pedaços não teria afetado o número telespectadores.
Hoje, o Brasil tem quase 23 milhões de pessoas acessando a rede de casa. Segundo o Ibope, o crescimento no número de internautas tira pessoas da frente da TV no país.
Ao falar sobre a possibilidade de emissoras comerciais transmitirem mais de uma programação no mesmo espectro, o executivo recorreu à mesma metáfora culinária, mas para dizer o contrário. Segundo ele, não há motivo para as TVs oferecerem mais programações já que, neste caso, a "pizza continuará a mesma", com o mesmo número de anunciantes.
Milagre
Para a Globo, apesar de o sistema nipo-brasileiro de TV digital dar chance de transmitir quatro programações diferentes no mesmo espectro (em definição "standard", em vez de alta definição), isso está fora de cogitação.
"A TV aberta sobrevive de publicidade --essa não sabe se é analógica ou digital, quem sabe é a gente. Nós não temos dinheiro novo na TV digital. Então, se você assumir a multiprogramação, significa que o dinheiro que a gente tem é o mesmo para produzir mais de um, dois programas."
Julia Moraes/Folha Imagem
Para Globo, multiprogramação na TV digital não é uma opção comercialmente viável
De acordo com Bittencourt, "não tem muita razão a multiprogramação". "Com ela, você abre mão da alta definição --isso para mim é fatal. Entre uma e outra fico com a qualidade [de imagem]." Ao optar pela alta definição, as emissoras também evitam que novos "players" entrem em seu mercado.
Como de praxe, os representantes dos radiodifusores aproveitaram o evento para defender escolha do sistema nipo-brasileiro de TV digital com afinco, chegando a arrancar risadas da platéia. "É um milagre, gente", disse aos berros o vice-presidente da Band, Frederico Nogueira, sobre a nova transmissão.
A possibilidade de transmitir pelo menos quatro canais digitais na mesma radiofreqüência ainda está obscura mesmo para quem pretende empregar essa modalidade: as TVs públicas. Quase nove meses após o início das transmissões, há pouca definição governamental sobre o que pode ser feito para iniciar o uso de programações simultâneas por um mesmo radiodifusor.
O jornalista viajou a convite da IETV (Instituto de Estudos de Televisão)
Livro mostra como internet, jogos eletrônicos e celulares mudam nossa vida; leia introdução
Entenda os TEMAS ATUAIS da ciência em livro de Marcelo Gleiser
essa declaração de que não compensa uma emissora oferecer mais opções aos telespectadores mostra que a escolha do padrão japonês foi mais um erro cometido pelo brasil, foi para matar a mídia independente e manter a panelinha atual, mas se esse país evoluir como todos esperamos, o tiro vai sair pela culatra, a própria televisão brasileira vai enfraquecer, já que continuaremos tendo pouquíssimas opções na tv e o brasileiro mais endinheirado e mais culto vai ter nojo de tv (já acontece hj), ninguém mais vai ter o aparelho de tv em casa daqui 20 anos quando a web tiver conexão à 200 megas... pelo bem de todos nós.
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