segunda-feira, 10 de novembro de 2008

TV Digital Interativa em 2009

Publicado em: 17/09/2008 10:49
Redação Portal IMPRENSA

Globo pretende implantar TV digital interativa em 2009 com "Big Brother Brasil"
A Rede Globo quer implantar a interatividade da TV digital no início de 2009 com o reality show "Big Brother Brasil". Segundo reportagem do site Tela Viva News, a emissora realiza reuniões diárias para criar uma definição do conteúdo e das telas interativas.

A Band também demonstra um movimento para começar a utilizar a interatividade. De acordo com o diretor Luis Renato Olivalves, a equipe responsável pela área já está começando a ser montada. Por enquanto os testes são feitos com o conteúdo jornalístico do canal, informou o site AdNews.

As duas emissoras não têm idéia de como a interatividade pode modificar seus modelos de publicidade atuais, o que tem gerado debates nas duas redes de televisão.

A Band já definiu que a interatividade nos intervalos comerciais não poderá ter tela cheia, para que os próximos comerciais programados sejam exibidos. Apenas o último comercial do break poderá ter interatividade em tela cheia e a interatividade dos programas será cortada quando os intervalos entrarem no ar.

Na TV Globo ainda não se teria chegado a um consenso a respeito da interação digital.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O futuro da TV está mesmo na internet

31/10/08

A era do vídeo na internet tem sido cada vez mais aproveitada pelas emissoras de TV. Novos modelos de negócio atraem publicidade e marketing, de olho na grandiosa visibilidade de sites como YouTube, que por mês recebe cerca de 300 milhões de acessos.

O tema virou reportagem publicada pelo portal Exame e assinada por Camila Fusco.

Confira na íntegra:

"A verdadeira TV digital

É difícil acreditar, mas o YouTube nasceu há apenas três anos e meio. Nesse curtíssimo período, tornou-se arma fundamental das campanhas políticas, virou uma fonte de inovação na publicidade e no marketing, deu origem a um bocado de celebridades improváveis - e representou a perda de alguns pontos nas estatísticas de produtividade. Comprado pelo Google em 2006 por 1,65 bilhão de dólares, o YouTube recebe 300 milhões de visitas por mês. Por ano, o site exibe 4,2 bilhões de vídeos. Os números de audiência são grandiosos, mas os resultados nem tanto.

O portal deve faturar neste ano entre 200 milhões e 250 milhões de dólares, uma pequena fração dos cerca de mais de 15 bilhões de dólares que o Google deve faturar neste ano. Mas a primeira fase dos vídeos online, marcada por grandes volumes de acesso e pouco dinheiro, está ficando para trás. Chegou a vez do vídeo 2.0. Depois de assistir à dolorosa transição das gravadoras para o mundo digital, estúdios de cinema e emissoras de televisão testam fórmulas para colocar seus conteúdos na rede de forma segura e rentável. nullAs perspectivas são animadoras.

O site americano Hulu é um dos melhores exemplos de que chegou a vez do conteúdo profissional na internet. Criado no ano passado pelas emissoras Fox e NBC Universal e colocado no ar oficialmente em março, o portal - por enquanto limitado aos Estados Unidos - reúne trechos e episódios completos de programas como Saturday Night Live, Friends, Os Simpsons e Heroes. O usuário acessa de graça pelo navegador de internet mais de 900 vídeos de cerca de 100 parceiros, e, em alguns casos, logo no dia seguinte da exibição do programa na TV. Mensalmente, o Hulu exibe mais de 120 milhões de vídeos, quase sempre acompanhados de alguma publicidade.

O resultado será um faturamento de 90 milhões de dólares já em seu primeiro ano de operação. É uma quantia ínfima diante das receitas de uma emissora aberta, mas muito mais importante que as receitas, neste momento, é acertar no equilíbrio entre a proteção dos direitos autorais e a conveniência do usuário. Nesse ponto, o Hulu é sucesso absoluto. Os anúncios não irritam o usuário, em virtude da política de colocar até um quarto do volume de publicidade tradicional da TV no site. nullProdutores que eram reticentes em divulgar seus conteúdos na internet descobriram que a rede pode ser uma poderosa aliada.

No ano passado, a audiência mundial de vídeos online chegou a 137,5 milhões de internautas e a projeção é de 190 milhões em 2012. "Sites como o Hulu tendem a servir de inspiração. Os produtores e as emissoras querem ter controle sobre seus conteúdos na internet, querem saber sobre como eles são monetizados e como está a experiência do usuário. Assim, devem criar os próprios portais", diz James McQuivey, vice-presidente de pesquisas da consultoria Forrester Research. No Brasil ainda não existe nenhum Hulu, mas emissoras e portais de internet já arriscam seus próprios modelos.

O site de vídeo de conteúdo profissional com maior popularidade é o Globo Vídeos, que registrou 8,2 milhões de usuários em junho, segundo a empresa de pesquisa comScore. O site abriga 90% da programação da Rede Globo e da Globosat e tem quase 100 milhões de vídeos visualizados por mês.

Somente os assinantes do portal Globo.com, porém, acessam a íntegra dos programas. O portal Terra tem investido em parcerias com emissoras como ESPN e CNN, estúdios como Walt Disney e Warner, além de séries de grande sucesso, entre elas Lost e Desperate Housewives. Uma das apostas do portal tem sido as transmissões ao vivo, como os jogos dos campeonatos alemão e português de futebol e os grandes eventos esportivos.

"A Copa do Mundo, dois anos atrás, foi o pontapé inicial para a massificação desse conteúdo produzido profissionalmente e os Jogos Olímpicos vieram consolidar esse momento", diz Paulo Castro, diretor-geral do Terra. Neste ano, durante os Jogos de Pequim, 15 milhões de internautas acessaram 28,5 milhões de vezes os vídeos no portal. Para o ano que vem, o Terra deve estrear um modelo inédito no país. Um contrato com a Disney prevê que, assim que o episódio de uma série for ao ar nas emissoras a cabo, ele será imediatamente colocado online e ficará disponível por uma semana. "Será a forma mais imediata de o usuário que perdeu o episódio na TV assistir pela internet", afirma Castro.

Os limites entre televisão e internet também estão cada vez mais estreitos no que diz respeito à qualidade da imagem. Novas tecnologias têm contribuído para essa experiência, como o Silverlight, da Microsoft, que promete melhorar a visualização de animações, gráficos e aplicações de áudio e vídeo. O Hulu tem uma galeria com conteúdo em alta definição e permite que o usuário conecte o PC ao televisor e assista aos programas acomodado no sofá. Para quem produz os vídeos, as novas tecnologias são favoráveis por permitirem a criação de novos formatos de publicidade.

"Veremos um duelo cada vez maior entre tecnologias pela publicidade online", diz Reynaldo Fagundes, diretor da LabOne, empresa de tecnologia para mídias online. Mas, ao mesmo tempo que novas tecnologias melhoram a qualidade do vídeo online, ter uma infra-estrutura apropriada de internet de alta velocidade é necessário para disseminar a cultura do consumo desse material. No fim do segundo trimestre, o Brasil tinha quase 9 milhões de conexões de banda larga, volume pequeno para os mais de 40 milhões de usuários de internet no país.

A deficiência interfere no consumo médio de vídeos online: os brasileiros navegam 7,9 minutos por visita a esses sites, atrás da média mundial de 11,2 minutos. Segundo Alex Banks, diretor da comScore para a América Latina, enquanto a massificação de banda larga não acontecer, não será fácil existirem serviços gratuitos de vídeo parecidos com o Hulu, já que o investimento no conteúdo pode não compensar em virtude do alcance. Serviços pagos de música e vídeo como o iTunes, da Apple, também podem não estrear por falta de escala. "O Brasil está no radar de emissoras e estúdios, mas para compensar a aposta seria necessário mais banda larga", diz. Enquanto os sites de vídeos produzidos começam a decolar, surgem perguntas sobre o futuro dos sites de conteúdo gerado pelo usuário, como o YouTube. "Muitos anunciantes não querem ser associados a seus vídeos.

Por outro lado, quem anuncia no Hulu ou no Joost - outro serviço americano de conteúdo profissional - está satisfeito de estar próximo de conteúdos não populares", afirma McQuivey, da Forrester. O YouTube já tem parcerias com emissoras para canais dedicados à programação - como Globo e Band, no Brasil. Esse é um dos trunfos para selecionar o conteúdo no qual os anúncios vão aparecer. Em outubro, criou nos Estados Unidos outros quatro formatos de anúncio. "É um começo, mas não é o suficiente", diz McQuivey.

A publicidade em vídeos online atingirá 1,2 bilhão de dólares neste ano e pode chegar a 4,5 bilhões em 2012, segundo a consultoria eMarketer. Isso significa que a internet ficará cada vez mais poderosa. Os vídeos online vão mudar a relação dos usuários com a internet e também a experiência da TV, ditando as regras sobre quem e como ganhará dinheiro. Quem tiver o modelo de negócios bem elaborado será inevitavelmente o campeão de bilheteria."

Por Camila Fusco - Revista Exame

TV digital atinge apenas 0,3% da população

04/11/08

Dados divulgados pelo Fórum SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital) nesta terça-feira (4) mostraram que apenas 645 mil espectadores terão acesso à TV digital até o final de 2008. Dessa forma, o sistema de transmissão completará um ano em operação atingindo somente 0,3% da população brasileira .

As informações foram baseadas em dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos).

Os dados ainda incluem as estimativas de vendas de receptores fixos até dezembro. A associação prevê a venda de mais 150 mil receptores. Calcula-se que cada aparelho seja utilizado por 3,3 telespectadores. Também foram considerados 150 mil receptores móveis (como de celulares).

Segundo o Fórum SBTVD, a a transmissão chegará mas não será interativa. Isso porque o sistema de interatividade Ginga ainda está em fase de especificações.

Redação Adnews, com informações da Folha Online.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Debate Interativo

Queria compartilhar com vcs algumas observações de recentes inovações na TV nossa do dia a dia.

No debate de ontem dos "presidenciáveis" dos EUA transmitido pela CNN, seguiu o formato ''town hall meeting'' (em tradução literal, “um encontro na prefeitura”), uma expressão para designar um debate com a participação da platéia.

Além disso, houve a possibilidade dos telespectadores que estavam assistindo em HD votarem no painel de aceitação, que ficava ao vivo, direto, com visualização em gráfico no vídeo (parte inferior) . Além deles, um grupo de eleitores indecisos (25) , que ficaram em uma sala em outra cidade, tb influenciavam o placar. Era dividido por sexo, assim, o público podia ver quais temas e assuntos interessavam mais ao público masculino e feminino.

Foi muito interessante ver a interação ao vivo no ar.

No início tb foi apresentado um painel digital interativo, com movimentos semelhantes ao do filme Minority Report. Muito legal.

Outras emissoras tb transmitiram o debate (BandNews, CNN Espanõl) mas sem esse painel interativo. Na CNN Espanõl tb havia grupos de eleitores indecisos, que discutiram antes e depois do debate, mostrando um exercício democrático muito rico.
Foi interessante ver a influência de algumas palavras, temas, e a reação por sexo.

Essa não foi a primeira vez. Em 2007, no primeiro debate ainda com a participação da Hilary Clinton, houve interatividade com YouTube. E a principal crítica foi - falta de interatividade.

Aqui no Brasil, esse tipo de interação acontece na TV aberta, no programa do Datena da Bandeirantes, por exemplo. É um pouco mais simples, mas é quase o mesmo conceito, realizado via SMS ou telefone.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ginga

Empresas de software querem a liberação do Ginga 1.0
24/09/2008, 17h58
Na busca por criar uma escala de consumo a partir do desenvolvimento de sistemas de interatividade para a TV digital, as empresas de software querem que a especificação do Ginga 1.0, que conta apenas com a parte da linguagem NCL-LUA funcionando, seja liberada até o fim do ano pelo Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Caso isso seja feito, a tendência é que em 2009 os set-top boxes para TV digital já contenham o middleware para interatividade, abrindo grande campo de atuação para as empresas de software especializadas nesse segmento. Vale lembrar, a proposta surgiu no Congresso da SET, em agosto, quando o assessor especial da Casa Civil André Barbosa questionou se o middleware sem a linguagem Java (que só deve ficar pronto em novembro) seria funcional.
As associações de empresas de software como a Brasscom, Abes e Softex subscreveram um documento solicitando que o Fórum SBTVD libere o quanto antes a versão 1.0 do Ginga para ser utilizada no mercado. "Escrevemos o documento, e como não podemos fazer parte do fórum por sermos associações, este foi apresentado pelas empresas que representam o setor de software dentro do fórum", disse John Lemos, diretor de capacitação.
A interatividade é fundamental para as empresas de software terem mercado para atuar com a TV dgital, por meio de middleware e aplicações. "Sem a interatividade, não teremos mercado. Esta deve ser colocada em uma versão inicial para possibilitar as receitas com softwares para esse segmento", disse Nelson Wortsman, diretor da Brasscom, em um debate promovido pela associação nesta quarta, 24.
Wortsman diz que a idéia é que todas as cadeias envolvidas no processo, como os fabricantes de set-top boxes e as emissoras de radiodifusão, cheguem a um consenso em relação ao assunto. "A questão é liberar o Ginga 1.0 e lançar caixas compatíveis com as partes de Java que serão criadas", frisou o executivo.
O presidente do Fórum SBTVD, Roberto Franco, disse que estão sendo discutidas as possibilidades da liberação do Ginga 1.0 dentro do fórum, mas admitiu que existe resistências para aprová-la devido ao receio de que os conversores lançados com a versão inicial deixem um legado no mercado. "Nós esperamos resolver isso em breve. O fórum vai liberar a especificação desde que atenda a demanda. Temos de garantir que essa solução não iniba os novos set-top boxes", observou Franco, referindo-se à especificação de Java. Victor Hugo Cardoso Alves - PAY-TV News

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Potencial da TV Digital no Brasil

24/09/08

A TV digital vem sendo implantada por todo o mundo com o objetivo de facilitar o acesso às informações e apresentar novos padrões de interatividade e qualidade.

No Brasil, não apenas o novo padrão de transmissão mas também o desenvolvimento de plataformas que ofereçam suporte à essa tecnologia, têm feito com que empresas do setor de comunicação e desenvolvedoras de softwares se unam com o intuito de auxiliar a implementação dessa forma de convergência digital.

Durante o encontro "TV Digital: Uma nova oportunidade para as empresas de software", realizado em parceria pela Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software), Assespro SP (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet) e Softex, foram discutidos e apresentados modelos de negócios para o setor.

Estavam presentes no evento Roberto Franco, presidente do Fórum SBTVD, Nelson Wortsmann, consultor da Brasscom, além de representantes e executivos de empresas como Sun e TQTVD, que já estão explorando oportunidades nessa área.

Um dos grande destaques foi a apresentação do middleware Ginga, desenvolvido no Brasil pela PUC - RJ e Universidade Federal da Paraíba.

Baseado em padrões de tecnologia abertos, o Ginga otimiza os recursos e aplicações da TV digital com baixo processamento de memória. Outro diferencial apresentado é a interatividade e o sincronismo com as mídias. O middleware brasileiro possui suporte tanto para linguagem Java quanto Lua, e promete ser uma alternativa ao padrão MHP.

Roberto Franco, afirmou que o projeto atende requisitos únicos e permite desenvolvimento de aplicações interativas independentes da plataforma de hardware dos fabricantes dos set-top boxes.
Segundo Franco, o middleware totalmente desenvolvido no país representa uma grande oportunidade para as empresas que desenvolvem de softwares que poderão explorar tanto no mercado nacional quanto internacional novas formas de interatividade. Além disso, poderão aprimorar serviços como T-banking, T-commerce, T-advertising e T-government, que prometem mudar o cotidiano dos telespectadores.

Já para David Britto, diretor da Quality Software, o grande desafio tem sido conseguir o apoio de empresas detentoras de padrões que possam auxiliar no desenvolvimento dessas aplicações e no aperfeiçoamento do Ginga. De acordo com ele, essas empresas não querem participar do projeto por não aceitarem os termos de exploração livre das tecnologias.

Christiane Aguiar - Redação Adnews

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Parque TV aberta Digital - 130 mil receptores HD devem ser vendidos este ano

29/08/2008, 14h07
Cerca de 15 empresas fabricam receptores de TV digital no Brasil, entre receptores 1-SEG, set-top boxes, televisores e telefones celulares. Segundo a Eletros, entre 60 e 70 mil receptores de televisão full-SEG (recepção fixa) foram vendidos no País dede a implantação da TV digital, em dezembro de 2007. O número foi apresentado por Carlos Goya, da Eletros, no último dia do Congresso da SET, nesta sexta, 29.
Benjamin Sicsú, da Samsung, apresentou uma projeção de mercado para 2008. Segundo ele, este ano serão vendidos 80 mil televisores com recepção digital embutida, 60 mil set-top boxes, 150 mil receptores 1-SEG (portáteis e móveis) e 140 mil celulares com TV digital embutida. Sicsú diz que as vendas no Brasil crescem, desde abril deste ano, 20% ao mês, o que estaria acima do esperado. Goya concorda. Segundo ele, as vendas estão acima das expectativas da Eletros.

Escala

Para a Eletros, o ganho de escala pode ser mais rápido se o sinal digital for disponibilizado mais rapidamente em outras cidades. Além disso, a desoneração fiscal também ajudaria a derrubar os preços dos equipamentos. Por fim, Goya apontou a necessidade de campanhas educativas, que deveriam ser uma ação conjunta entre emissoras, governo e indústria. "O consumidor está muito confuso", disse Carlos Goya. Segundo ele, tal confusão se deu com declarações do tipo "não compre agora porque o preço do set-top box vai cair". Vale lembrar, esta declaração é do ministro Hélio Costa, no momento do lançamento das transmissões digitais.
Sicsú também aponta a necessidade de campanhas. "O governo precisa divulgar mais a TV digital", disse.
Segundo o executivo da Samsung, atualmente só é possível vender receptores por menos de R$ 500 se o fabricante não amortizar o custo de pesquisa e desenvolvimento, se houver redução de impostos, ou se governo ajudar a negociar com o varejo, "como fez com os equipamentos de informática". "É um setor extremamente competitivo. O que houver de incentivo, será repassado ao consumidor", disse.
Sicsú pregou ainda a obrigatoriedade de inclusão de receptores nos televisores. Segundo ele, o aumento de custo fica entre 10% e 15%, o que poderia ser bancado por um incentivo tributário.

Celulares

Por fim, Benjamin Sicsú afirmou que a Samsung lançará, até o fim deste ano, um novo modelo de telefone celular com recepção de TV digital móvel integrado. O novo modelo, diz, será mais popular do que o existente no mercado. Ao longo de 2009, afirma, deve haver uma linha completa de celulares com recepção 1-SEG. Fernando Lauterjung - PAY-TV News