quarta-feira, 30 de maio de 2007

Rádio Digital no Brasil gerará dívida para emissoras

Rádio digital pode gerar dívida de R$ 125 mil para emissoras 29/5/2007 17:06:00
As emissoras de médio porte gastarão entre US$ 100 mil e US$ 125 mil (entre R$ 194 mil e R$ 242 mil) com a transição do sistema de rádio analógico para o digital, segundo a ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão). O Ministério das Comunicações já constituiu o Conselho Consultivo de Rádio Digital, que vai elaborar o planejamento da escolha do sistema a ser adotado. O grupo tem seis meses para apresentar um relatório com recomendações de regras para a rádio digital brasileira.Há interesses diversos na escolha do padrão, já que o sistema que está sendo testado por algumas emissoras no País é o IBOC (In band on channel), sistema de propriedade da empresa americana IBiquity, que cobra royalties, mas mantém as mesmas freqüências já em uso pelas emissoras.A discussão interessa à indústria, aos radiodifusores comerciais, públicos e comunitários e à sociedade em geral, já que haverá necessidade de trocar os transmissores das cerca de 5 mil emissoras autorizadas, além dos aparelhos de rádio. Existem 200 milhões de receptores no Brasil, entre rádios portáteis, fixos e instalados em carros.Rádio digitalCom a digitalização, haverá uma melhora na qualidade do áudio - a rádio AM terá qualidade de FM, a FM terá som de CD, e será possível transmitir até quatro canais dentro da mesma freqüência. Além disso, com a nova tecnologia, as informações, antes exclusivamente sonoras, passam a ser transmitidas em bits, o que torna possível às emissoras enviar textos e fotos (para aparelhos que tenham visor).Para discutir a adoção da tecnologia digital na radiodifusão brasileira o tema a Câmara promove nesta terça-feira, 29/05, um seminário. O evento, que será realizado no auditório Nereu Ramos, reunirá especialistas e parlamentares para debater a implantação do rádio digital no País a partir da avaliação das leis em vigor e do que precisa ser atualizado para que as emissoras e os ouvintes se adaptem à nova tecnologia. Durante o seminário, os participantes vão conferir uma demonstração de transmissão digital e poderão avaliar e comparar a diferença tecnológica entre os sistemas.Fonte: Agência Câmara

TV Digital Brasileira será sem Interatividade

TV digital estréia sem interatividade 30/5/2007 09:19:00
A TV digital corre o risco de começar a operar no Brasil, em dezembro, sem a principal novidade em relação à TV comum: a interatividade. Diferentemente da TV analógica, a digital permite acessar a internet e consultar e-mails. Mas o governo tem dúvida sobre a oferta dos novos serviços, por causa do preço. Uma TV com muitos recursos de interatividade exigiria a produção de aparelhos conversores de analógico para digital complexos e caros. Se for produzido um conversor muito simples, o consumidor acabará gastando mais para trocar de aparelho pouco tempo depois. Esse foi um ponto sobre o qual os ministros que fazem parte do Comitê de Desenvolvimento da TV Digital não chegaram a um acordo, segundo fonte que participa das discussões. Eles se reuniram na segunda-feira à noite e aprovaram as principais normas técnicas que deverão constar do Sistema Brasileiro de TV Digital. A idéia é permitir um mínimo de interatividade, como usar o conversor para algumas funções de internet, como acesso a serviços de governo, entre eles os dados da Previdência e a conta do FGTS. Não há, porém, nenhuma decisão sobre o assunto.Entre as normas aprovadas está a que permitirá ao telespectador gravar programas. O ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, que integra o comitê, informou ontem que os ministros vetaram a instalação de um bloqueador nos conversores, que impediria a gravação de vídeos. "Se é TV aberta, poderá ser gravada por quem receber. Essa é a posição do governo", disse Rezende, após participar do lançamento da Frente Parlamentar da Tecnologia da Informação.Segundo ele, é impossível controlar que pela TV digital ou pela internet se baixem arquivos e copiem vídeos para uso pessoal. "As pessoas não têm o direito de comercializar nem de reproduzir", esclareceu.O ministro das Comunicações, Hélio Costa, que também integra o comitê, já havia se manifestado contra o bloqueador. Ele defende que o controle da pirataria seja feito com base na legislação de direitos autorais. "Quem fizer pirataria tem que responder perante a Justiça", afirmou Costa. As normas aprovadas devem ser seguidas pelas produtoras de conteúdo e pelos fabricantes de televisores e conversores. Esses aparelhos vão permitir a melhora significativa da imagem, entre outras vantagens. Deficientes auditivos poderão acionar um ícone eletrônico que traduzirá os programas para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Fonte: O Estado de S.Paulo

segunda-feira, 28 de maio de 2007

TiVo estaátirando audiência da TV nos EUA

HEADLINE: TiVo users `Idol's' big loser
BYLINE: Greg Braxton, Times Staff Writer
BODY:
The results are in on "American Idol," and the Fox juggernaut's ratings are down significantly from its finale last year. According to Nielsen Media Research's national numbers, Wednesday's "Idol" drew an audience of 30.7 million. While that is certainly hefty, last year 36.4 million people watched Taylor Hicks win the singing competition.
These ratings reflected what has been an overall drop-off in television viewing this spring, which the networks have attributed to the earlier-than-usual switch to daylight savings along with the growth in DVR usage to time-shift programming.
On Wednesday, some of those same DVR users were cut off from the "Idol" finale's denouement, when Jordin Sparks was crowned over Blake Lewis. The live broadcast ran until 10:09 p.m., and Sparks' win was left until the dwindling minutes of the program, which DVR users would have missed unless they were technologically savvy enough to program their recorders to add in that cushion of time.
As one aced-out viewer griped in a message board on the fan site : "I was smart enough to program my DVR to go over by 5 minutes, but not smart enough to go for 10 minutes."
On Thursday afternoon, Fox issued a statement apologizing to viewers who missed the end of "Idol." "We're sorry that DVR users may have missed the conclusion," it read in part. "It was always our intention to bring the show in on time, but just as with any live sports, variety, awards or entertainment event, there is no way to absolutely guarantee that the show will end exactly on the hour. Fox and the producers apologize to those viewers who were inconvenienced."
Last season's finale ran over by four minutes, and the previous two also went over. TiVo, which got complaints from disgruntled subscribers, also issued a statement instructing viewers to learn from this experience. TiVo spokeswoman Katie Ho wrote in an e-mail: "At TiVo we're huge 'American Idol' fans too, and some of us also missed the last few minutes. Had we known the program would run over the allotted time, we definitely would have alerted our subscribers to pad a few extra minutes of recording time, as insurance.
"Be it the Oscars, the Grammys, assorted sporting events, or 'American Idol,' some events run long."
Times staff writers Scott Collins and Maria Elena Fernandez contributed to this report.
REMEMBER US? "American Idol" contenders used the show to warm up for the summer tour. May 25, 2007

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Como agarrar o consumidor no intervalo?

Networks try new ways to keep eyes on ads By Louise Story Published: May 21, 2007

NEW YORK: To many people, the commercial break is when you use the restroom, change the channel or grab a bite to eat.
But television networks, under pressure from advertisers who want their commercials to be seen, are trying to change that.
Fixing the commercial break is the most pressing topic of discussions this spring between the U.S. networks and advertisers as they negotiate television ad sales deals for the next year. Pressure to keep viewers tuned in is greater because of the rising number of digital video recorders, which allow people to fast-forward through commercials.
All of the networks say they are experimenting with ways to hold viewers' attention during commercials. But Viacom, the media conglomerate that owns cable networks like MTV, VH1, Comedy Central and Spike, is describing more specifics than most. Viacom says it has come up with several formats that could help keep people tuned in, and its creative teams have been involved in some of the production.
The changes include creating commercials that last for an entire break, integrating stars from programs into the ads and developing story lines that run through the ads. MTV and VH1 have decided to change from two commercial breaks per half-hour to three, so that each one can be shorter.

Viacom executives said that their networks' youthful audiences have made it acutely important for them to innovate.
"They're younger, they're more quickly engaged and more quickly dismissive if they're not engaged," said Judy McGrath, chairman and chief executive of MTV Networks, which includes MTV, Logo and Comedy Central.
In one example from February, a Verizon Wireless ad ran during a live telecast of a concert on MTV, but the camera never stopped showing the concert in the background. As the band Fall Out Boy continued to play, an image of a Verizon Wireless phone appeared in the center of the screen; viewers did not have to miss a beat of the concert and could still hear the crowd cheering.

"The whole goal here is to blur the line between content and advertising message," said Hank Close, executive vice president for ad sales at MTV Networks.

Logo, the lesbian and gay network, is currently showing a two-minute commercial for Subaru that tells the story of a couple of women who like to take extreme athletic trips together. Only at the end of the ad does the Subaru logo appear.

MTV Networks has been involved creating these ads, and in many cases the advertisers are able to run the ads elsewhere if they choose, Close said. The beverage company Dr Pepper, for instance, liked an ad that VH1 created for it so much that it posted the commercial on its Web site.
One of the problems the networks face is letting viewers know about the new content during commercials, Close said. Viacom has been promoting some commercials before it shows them.
Last November, for example, six Viacom networks showed the "Spider-Man 3" trailer at the same time. It was the first time that the trailer had appeared anywhere, and leading up to its airing, actors promoted it during content time on the networks.

Kirsten Dunst, an actress starring in the movie, did a spot on MTV encouraging viewers to tune in to see the premiere of the movie trailer.

Similarly, MTV was the first to air an extended version of the first Nintendo Wii commercial during a block of programming in November called Gamer's Week 2.0. After the ad, a host of Gamer's Week 2.0 told the audience that they had just seen a world premiere of the Wii commercial.

"The commercial was so integrated into the context of the messaging of the program that it felt very synonymous," said John Shea, executive vice president of integrated marketing for MTV Networks Music Group and for the Logo Group. "Whenever we can turn what has been thought of as a break into an entertaining moment, we're doing that."

On a new Logo show this month, "The Big Gay Comedy Sketch Show," Amp'd Mobile, a U.S. cellphone company, sponsored an ad that stars an actor from the show "The Gay Werewolf." In the commercial, which filled the entire two-and-a-half-minute commercial break, the actor played his character from the show, a man who turns gay whenever there is a full moon.
Not coincidentally, the werewolf in the ad likes to call his mom on his Amp'd Mobile phone.

MTV last summer created a new character, a woman named Parker, to turn commercials for Herbal Essences hair care products into more entertaining content. There were five serial ads that led up to the network's Video Music Awards. First Parker sneaked into the theater where the awards show would be held, and then she was mistaken for a presenter and pushed onto the stage.

Finally, for all the television viewers who had been following the Herbal Essences ad story line, Parker appeared on the red carpet during the awards show - and waved to viewers as if she were a real celebrity rather than the star of a few television commercials.

Veja íntegra e Dr. Pepper Ad : http://www.iht.com/articles/2007/05/21/business/adco22.php?page=2

sexta-feira, 18 de maio de 2007

CGC channel - FIZ e TV em outras telas

Programação
Fiz, novo canal da Abril, está em fase beta na web

17/05/2007, 18h17
O Fiz, novo canal de TV da Abril Networks e que terá conteúdo gerado pelo público via Internet, está em fase de testes na web (www.fiztv.com.br), e já cadastra os interessados em mandar seus vídeos. Programado para estrear em agosto (o canal entra no line-up da TVA, já a partir do pacote básico analógico), o Fiz tem por slogan "Você é o Canal". Pouco depois de sua estréia, virá mais um canal do Grupo Abril, o Ideal, que trará um mix dos assuntos de interesse das publicações Você S/A e Exame, ambas da editora Abril, voltadas para executivos, carreiras e negócios.
Os canais da Abril devem entrar também nas operações de TV por assinatura da Telefônica, especialmente na TVA, onde a tele é sócia. A inclusão dos conteúdos teria sido parte do acordo comercial entre as empresas. Edianez Parente - PAY-TV News

Convergência
Pesquisa mostra como jovens vêem TV em outras telas

17/05/2007, 18h24
Uma pesquisa da E-Poll, divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra o quanto o público masculino, jovem e adulto, está assistindo a conteúdos de TV, mas fora da tela do televisor. Cerca de 75% dos pesquisados nos Estados Unidos, com idades entre 13 e 34 anos, dizem assistir a conteúdos televisivos fora da tela do televisor, e o fazem por meio da tela do computador. Outros 46% também o fazem pela tela do notebook; 16% em players portáteis; e 13% em iPods. Mais da metade dos usuários de conteúdos online dizem que gostariam de transferir o conteúdo baixado para a tela de TV - mas desde que isso não tivesse custos; apenas 17% aceitariam pagar a partir de US$ 100 por um equipamento para ter este tipo de serviço. Ainda: mais da metade dos internautas pesquisados disseram que não teriam problemas se houvesse a necessidade de se instalar um programa complicado. Da Redação - PAY-TV News

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Interatividade na TV Digital - vai demorar!

TV digital
Caixa Econômica aposta em inclusão bancária pela TV
16/05/2007, 18h31
A Diretoria de Tecnologia da Caixa Econômica Federal realizou nesta quarta-feira, 16, em Brasília, um seminário com a participação de diversos membros representantes das diversas áreas do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital . De acordo com Clarice Copetti, vice-presidente de tecnologia da instituição, a TV digital será um dos grandes canais de relacionamento do banco em futuro muito próximo. Assim como a utilização das agências lotéricas como correspondentes bancários permitiu à CEF aumentar sua presença em todo o território nacional, a utilização dos recursos de interatividade da TV digital vai ser essencial para a Caixa aprimorar o atendimento aos usuários dos grandes fundos e sistemas administrados pela empresa: FGTS, PIS/PASEP e Bolsa Família, além dos milhões dos correntistas e poupadores. Participaram representantes das emissoras de televisão, da área acadêmica, da área de software, da indústria de receptores e do governo federal. Um grande número de funcionários da Caixa lotou o auditório durante as palestras.

Set-top box e a interatividade

A grande discussão referiu-se à possibilidade concreta de interatividade dos primeiros set top boxes que serão produzidos (e vendidos no Brasil) a partir de dezembro próximo. Com nenhuma ou quase nenhuma interatividade e ainda sem que esteja resolvida a questão da interatividade plena ou do canal de retorno (mesmo considerando a possibilidade de transmissão para os celulares) a TV digital não terá muita utilidade para a Caixa como elemento de inclusão bancária.
Um dos participantes chegou a propor a André Barbosa, assessor especial da Casa Civil, que o governo federal concedesse um canal digital para que a CEF fizesse radiodifusão aberta no país. A justificativa para o atraso na implantação até mesmo da interatividade local refere-se às especificações do middleware, "que são muito recentes", disse Barbosa. Um outro detalhe para que a TV digital funcione como elemento de inclusão bancária refere-se à certificação, que exigirá a inserção de um equipamento específico para isso junto ao set-top. É mais custo que deverá ser suportado pelo usuário. Carlos Eduardo Zanatta - PAY-TV News

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Internet e celular

Internet e celular dão o tom no Tela Viva Móvel 15/5/2007 14:09:00
Começou hoje em São Paulo a sexta edição do Tela Viva Móvel, encontro dedicado a discutir os serviços de valor agregado (SVA) para dispositivos móveis. O tema deste ano é o casamento entre internet e celular e as infinitas possibilidades de negócios que esta união proporciona àsagências de publicidade , produtoras de conteúdo, operadoras de celular, fornecedores de plataformas tecnológicas convergentes, entre outros. Uma das empresas que espera lucrar ainda mais com a consolidação da nova plataforma é a Google, que oferece hoje 600 bilhões de páginas na Web em idiomas dos mais diversos, incluindo o quechua, utilizado por tribo indígena. Nas palavras do presidente do Google no Brasil, Alexandre Hohagen, a empresa pretende ser o grande semáforo para este meio.Durante a palestra, a primeira do evento, ele ofereceu um panorama atual da internet. Mostrou que o Broadcast, cujo foco é a comunicação em massa, está cada vez mais sendo suplantado pelo narrowcasting, voltado para o público segmentado e lovecasting, que nasceu na web 2.0. Neste último caso, o usuário se comporta de maneira específica - cria o próprio conteúdo, define tendências, decide o que vai consumir e influencia outros.A previsão do Google é de que o lovecasting encontre no celular sua plataforma perfeita. Nos Estados Unidos, a empresa já oferece serviço de busca associado ao GPS. O usuário em São Francisco consegue buscar um tipo de estabelecimento e encontrar no Google o lugar mais próximo de onde ele está. Na seqüência, o serviço também mostra como chegar ao destino desejado e oferece um link que contacta, via voz, o estabelecimento.As novidades do Google não param por aí. Receber scraps do orkut via celular- uma parceria da empresa com a operadora Claro, exercer o chamado revenue share com usuários dispostos a produzir conteúdo para sites como o Youtube deverão ser algumas das grandes fontes de renda no novo cenário. Já a criação do Google Phone , Hohagen afirmou não ter nada definido. "Sãoapenas rumores".O futuro promete, em pouco tempo, ser promissor para as empresas que apostarem neste novo, e conveniente, formato de mídia. Os vídeos mais vistos do YouTube, por exemplo, recebem mais clicks via celular do que via computadores convencionais. Até 2010, especialistas do setor estimam que o volume mundial de transações financeiras efetuadas através de aparelhos será de US$ 10 bilhões. O Brasil lidera o ranking de celulares na América Latina com 102 milhões de anuários (fonte- Anatel; abril). Mas alguns cuidados, na visão de Hohagen, são necessários. A experiência do usuário deve ser sempre colocada como o maior valor da empresa. É o usuário quem vai decidir cada vez mais o que permanecerá definitivamente na mídia dosmobiles.Produtores de conteúdoDe acordo com Fiamma Zarife, gerente de Conteúdos e Aplicações da Oi e Marcos Quatorze, diretor de Serviços de Valor Agregado da Claro, a idéia incial será formar uma grande parceria por meio do revenue share entre operadoras e produtores, que incluem os próprios usuários.Produção de ringtones e vídeos e a comercialização via downloads se consolidarão de diversas formas. Uma deles poderá ser através de pagamento via créditos de celular, outras, através de campanhas de incentivo. A Claro lançou um programa que premia os clientes que fornecem os melhores conteúdos. Os campeões de ringtones, por exemplo, ganham clip na MTV com o tom produzido. O movie maker vencedor tem a chance de conhecer os estúdios da MTV nos EUA. São parcerias atrás de parcerias. Esta tem sido a lógica deste modelo de negócio.O grande obstáculo, na visão de Marcos Quatorze, ainda são as leis de direitos autorais. Para ele, ganhar dinheiro com conteúdo está complicado. As operadoras não conseguem controlar a procedência das inúmeras produções dos usuários e as leis brasileiras são rígidas. O grande modelo que deverá se consolidar como vencedor é o de link patrocinado. As operadoras, oGoogle e os fornecedores de plataforma são unânimes em afirmar que o modelo será dominante. O cliente não precisa pagar nada para ter acesso ao conteúdos quando existe um anunciante, o que aumenta a divulgação e a interatividade. São pilares da web 2.0.Marina Ferriello - Adnews