Conceito
IPTV (Internet Protocol Television) é a programação de TV através da rede IP (Internet Protocol), fazendo a interação entre TV, vídeo e Internet.
Implantação de IPTV
O que é necessário?
O IPTV é fornecido para qualquer usuário de banda larga e a infra-estrutura para transmissão é composta de codificadores, decodificadores, vídeo e equipamentos de middleware.
Para obter uma boa qualidade de transmissão para o usuário é necessário uma banda mínima. Hoje o padrão mais utilizado é o MPEG2, que demanda entre 3 e 4 Mbit/s de banda. Com a implantação do MPEG4 a banda diminuirá entre 1,5 e 2 Mbit/s.
A convergência tecnológica pode proporcionar, através de uma rede banda larga sem fio, os seguintes serviços:
TV na Internet
TV na TV
TV no Celular
Set top box
As empresas que trabalham no desenvolvimento de tecnologias IPTV criaram o Set top box que é uma caixa de conversão que permite que o conteúdo de TV transmitido na Internet em formato digital possa ser exibido numa TV convencional (analógica).
Set top box Multiplay
O set top box Multiplay apresenta as seguintes vantagens:
TV digitalizada
Chat TV
Web TV
Video Conferência
Revista Interativa
T-commerce (compras pela TV)
Conteúdo
Os provedores de conteúdos de IPTV trabalham com bundles, ou seja, pacote de serviços associados, dando prioridade ao conteúdo disponível ao assinante.
O conteúdo é um dos fatores mais importantes para a boa qualidade dos canais de IPTV já que o assinante busca a diversidade e interatividade, o que diferencia IPTV da TV por assinatura.
O grande desafio dos provedores de conteúdos é criar uma proteção contra pirataria, já que o assinante tem a possibilidade de programar os conteúdos, horários de exibição e até mesmo gravar utilizando o Set top box.
Hoje os provedores de conteúdos buscam parcerias com os grandes produtores de cinema e TV, principalmente os Norte Americanos, Indianos e Chineses.
IPTV no mundo
China
A China começou a investir em IPTV em 2000 e só em 2005 conseguiu um investimento de US$ 3 bilhões.
A PCCW's (Now TV) é a maior operadora do mundo com mais de 440 mil assinantes até Novembro 2006.
Espanha
A Telefonica na Espanha é a segunda maior em IPTV no mundo, e ultrapassou a marca de 350 mil clientes de IPTV em Julho de 2006.
Bélgica
A Belgacom chegou a 102 mil assinantes em Setembro de 2006 usando a plataforma tecnológica da Siemens.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
O que é IPTV?
Conceito
IPTV (Internet Protocol Television) é a programação de TV através da rede IP (Internet Protocol), fazendo a interação entre TV, vídeo e Internet.
Implantação de IPTV
O que é necessário?
O IPTV é fornecido para qualquer usuário de banda larga e a infra-estrutura para transmissão é composta de codificadores, decodificadores, vídeo e equipamentos de middleware.
Para obter uma boa qualidade de transmissão para o usuário é necessário uma banda mínima. Hoje o padrão mais utilizado é o MPEG2, que demanda entre 3 e 4 Mbit/s de banda. Com a implantação do MPEG4 a banda diminuirá entre 1,5 e 2 Mbit/s.
A convergência tecnológica pode proporcionar, através de uma rede banda larga sem fio, os seguintes serviços:
TV na Internet
TV na TV
TV no Celular
Set top box
As empresas que trabalham no desenvolvimento de tecnologias IPTV criaram o Set top box que é uma caixa de conversão que permite que o conteúdo de TV transmitido na Internet em formato digital possa ser exibido numa TV convencional (analógica).
Set top box Multiplay
O set top box Multiplay apresenta as seguintes vantagens:
TV digitalizada
Chat TV
Web TV
Video Conferência
Revista Interativa
T-commerce (compras pela TV)
Conteúdo
Os provedores de conteúdos de IPTV trabalham com bundles, ou seja, pacote de serviços associados, dando prioridade ao conteúdo disponível ao assinante.
O conteúdo é um dos fatores mais importantes para a boa qualidade dos canais de IPTV já que o assinante busca a diversidade e interatividade, o que diferencia IPTV da TV por assinatura.
O grande desafio dos provedores de conteúdos é criar uma proteção contra pirataria, já que o assinante tem a possibilidade de programar os conteúdos, horários de exibição e até mesmo gravar utilizando o Set top box.
Hoje os provedores de conteúdos buscam parcerias com os grandes produtores de cinema e TV, principalmente os Norte Americanos, Indianos e Chineses.
IPTV no mundo
China
A China começou a investir em IPTV em 2000 e só em 2005 conseguiu um investimento de US$ 3 bilhões.
A PCCW's (Now TV) é a maior operadora do mundo com mais de 440 mil assinantes até Novembro 2006.
Espanha
A Telefonica na Espanha é a segunda maior em IPTV no mundo, e ultrapassou a marca de 350 mil clientes de IPTV em Julho de 2006.
Bélgica
A Belgacom chegou a 102 mil assinantes em Setembro de 2006 usando a plataforma tecnológica da Siemens.
IPTV (Internet Protocol Television) é a programação de TV através da rede IP (Internet Protocol), fazendo a interação entre TV, vídeo e Internet.
Implantação de IPTV
O que é necessário?
O IPTV é fornecido para qualquer usuário de banda larga e a infra-estrutura para transmissão é composta de codificadores, decodificadores, vídeo e equipamentos de middleware.
Para obter uma boa qualidade de transmissão para o usuário é necessário uma banda mínima. Hoje o padrão mais utilizado é o MPEG2, que demanda entre 3 e 4 Mbit/s de banda. Com a implantação do MPEG4 a banda diminuirá entre 1,5 e 2 Mbit/s.
A convergência tecnológica pode proporcionar, através de uma rede banda larga sem fio, os seguintes serviços:
TV na Internet
TV na TV
TV no Celular
Set top box
As empresas que trabalham no desenvolvimento de tecnologias IPTV criaram o Set top box que é uma caixa de conversão que permite que o conteúdo de TV transmitido na Internet em formato digital possa ser exibido numa TV convencional (analógica).
Set top box Multiplay
O set top box Multiplay apresenta as seguintes vantagens:
TV digitalizada
Chat TV
Web TV
Video Conferência
Revista Interativa
T-commerce (compras pela TV)
Conteúdo
Os provedores de conteúdos de IPTV trabalham com bundles, ou seja, pacote de serviços associados, dando prioridade ao conteúdo disponível ao assinante.
O conteúdo é um dos fatores mais importantes para a boa qualidade dos canais de IPTV já que o assinante busca a diversidade e interatividade, o que diferencia IPTV da TV por assinatura.
O grande desafio dos provedores de conteúdos é criar uma proteção contra pirataria, já que o assinante tem a possibilidade de programar os conteúdos, horários de exibição e até mesmo gravar utilizando o Set top box.
Hoje os provedores de conteúdos buscam parcerias com os grandes produtores de cinema e TV, principalmente os Norte Americanos, Indianos e Chineses.
IPTV no mundo
China
A China começou a investir em IPTV em 2000 e só em 2005 conseguiu um investimento de US$ 3 bilhões.
A PCCW's (Now TV) é a maior operadora do mundo com mais de 440 mil assinantes até Novembro 2006.
Espanha
A Telefonica na Espanha é a segunda maior em IPTV no mundo, e ultrapassou a marca de 350 mil clientes de IPTV em Julho de 2006.
Bélgica
A Belgacom chegou a 102 mil assinantes em Setembro de 2006 usando a plataforma tecnológica da Siemens.
TV Digital no Mundo
Acompanhe o processo de implantação da TV Digital no mundo.
A implantação da TV Digital passará por um período de transição, que deve durar 10 a 15 anos, no qual as emissoras transmitirão simultaneamente dois canais de 6 MHz, sendo um analógico e o outro digital.
Com a introdução da tecnologia digital na radiodifusão de TV (TV Digital Terrestre), o usuário poderá optar por uma das seguintes situações:
Continuar a receber a TV aberta da forma atual utilizando a sua TV analógica.
Adquirir um conversor (set top box) que permitirá receber o sinal digital e convertê-lo para um formato de vídeo e áudio disponível em seu receptor de TV
Adquirir uma TV nova que já incorpore o conversor.
Este processo vem ocorrendo em vários países do mundo. No Reino Unido (UK), por exemplo, o processo iniciou-se em 1998 e 65,9% das residências já tinham acesso à TV Digital em setembro de 2005. Nos Estados Unidos o início foi em 2002 e no Japão em 2003.
O sucesso da implantação da TV Digital depende em grande parte da disponibilidade de conversores (set top box) com preços baixos, acessíveis para a população, o que só é possível com grandes escalas de produção. Esta é uma das justificativas para se adotar um padrão único de TV Digital para o Brasil.
Apresenta-se a seguir com mais detalhes a implantação da TV Digital no Japão.
TV Digital no Japão
A TV Digital terrestre se tornou disponível em todas as 47 capitais do Japão em Dezembro de 2006, 3 anos após o seu lançamento em 2003.
O número de domicílios que pode receber a TV digital no Japão atingiu 39,5 milhões (84%) em 2006.
Existem no Japão 100 milhões de receptores de TV, eles terão de ser substituídos ou disporem de conversores até 24/07/2011 quando a TV Analógica será desativada.
Em Jun/06 já haviam sido vendidos 11,9 milhões de receptores de TV digital terrestre como apresentado na tabela a seguir.
Total cumulativo até Jun/06 TVs Digitais * 7.262
Gravadores Digitais 1.618
Tuners 238
TV a cabo STBs 2.784
Total 11.902
. Fonte: Dibeg/JEITA
* 5,4 milhões LCD e 1,144 milhões Plasma.
A TV Digital no Japão apresenta:
HDTV
Multiprogramação
Mobilidade
TV Interativa
Broadcasting da dados
Advanced caption
Sites: ARIB especificações ISDB-T , Dibeg, NHK
A implantação da TV Digital passará por um período de transição, que deve durar 10 a 15 anos, no qual as emissoras transmitirão simultaneamente dois canais de 6 MHz, sendo um analógico e o outro digital.
Com a introdução da tecnologia digital na radiodifusão de TV (TV Digital Terrestre), o usuário poderá optar por uma das seguintes situações:
Continuar a receber a TV aberta da forma atual utilizando a sua TV analógica.
Adquirir um conversor (set top box) que permitirá receber o sinal digital e convertê-lo para um formato de vídeo e áudio disponível em seu receptor de TV
Adquirir uma TV nova que já incorpore o conversor.
Este processo vem ocorrendo em vários países do mundo. No Reino Unido (UK), por exemplo, o processo iniciou-se em 1998 e 65,9% das residências já tinham acesso à TV Digital em setembro de 2005. Nos Estados Unidos o início foi em 2002 e no Japão em 2003.
O sucesso da implantação da TV Digital depende em grande parte da disponibilidade de conversores (set top box) com preços baixos, acessíveis para a população, o que só é possível com grandes escalas de produção. Esta é uma das justificativas para se adotar um padrão único de TV Digital para o Brasil.
Apresenta-se a seguir com mais detalhes a implantação da TV Digital no Japão.
TV Digital no Japão
A TV Digital terrestre se tornou disponível em todas as 47 capitais do Japão em Dezembro de 2006, 3 anos após o seu lançamento em 2003.
O número de domicílios que pode receber a TV digital no Japão atingiu 39,5 milhões (84%) em 2006.
Existem no Japão 100 milhões de receptores de TV, eles terão de ser substituídos ou disporem de conversores até 24/07/2011 quando a TV Analógica será desativada.
Em Jun/06 já haviam sido vendidos 11,9 milhões de receptores de TV digital terrestre como apresentado na tabela a seguir.
Total cumulativo até Jun/06 TVs Digitais * 7.262
Gravadores Digitais 1.618
Tuners 238
TV a cabo STBs 2.784
Total 11.902
. Fonte: Dibeg/JEITA
* 5,4 milhões LCD e 1,144 milhões Plasma.
A TV Digital no Japão apresenta:
HDTV
Multiprogramação
Mobilidade
TV Interativa
Broadcasting da dados
Advanced caption
Sites: ARIB especificações ISDB-T , Dibeg, NHK
O que é TV Digital?
TV Digital: O que é?
A TV aberta (terrestre) transmitida para os televisores existentes em 90% das residências brasileiras utiliza canais analógicos com largura de banda de 6 MHz.
Na TV Digital a transmissão do áudio e do vídeo passa a ser feita através de sinais digitais que, codificados, permitem um uso mais eficiente do espectro eletromagnético, devido ao aumento da taxa de transmissão de dados na banda de frequências disponível.
É possível desta forma transmitir:
Som e imagem de melhor qualidade viabilizando a Televisão de Alta Definição (HDTV). A resolução da imagem na TV analógica que é de 400 x 400 pixels poderá ser de até 1920 x 1080 pixels.
Mais canais (até 4) na mesma faixa de frequências utilizada por um canal analógico.
A TV digital apresenta algumas funcionalidades que permitem uma interatividade entre o telespectador e a emissora possibilitando:
O acesso à informações adicionais como por exemplo o menu de programação.
A iteração do usuário com a emissora, através de um canal de retorno via linha telefônica por exemplo, possibilitando a este votar ou fazer compras.
Receptores de TV
Com a introdução da tecnologia digital na radiodifusão de TV (TV Digital Terrestre), o usuário poderá optar por uma das seguintes situações:
Continuar a receber a TV aberta da forma atual utilizando a sua TV analógica.
Adquirir um conversor (set top box) que permitirá receber o sinal digital e convertê-lo para um formato de vídeo e áudio disponível em seu receptor de TV
Adquirir uma TV nova que já incorpore o conversor.
Consulte: Como ficam os receptores de TV atuais com a TV Digital?
Tecnologias
Existem em todo o mundo três sistemas de TV Digital – o sistema americano (ATSC), o sistema europeu (DVB) e o sistema japonês (ISDB). Consulte a página: Tecnologias de TV Digital.
Implantação da TV Digital no Brasil
Em Jun/06 o Brasil adotou o padrão japonês (ISDB) para a TV Digital terrestre. Para detalhes consulte: Escolha do padrão de TV Digital
A definição ocorreu através do Decreto 5.820. Os principais pontos definidos no decreto são:
O decreto definiu que o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) adotará, como base, o padrão de sinais do ISDB-T e possibilitará transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e interatividade.
Ás emissoras de TV receberão um canal de radiofrequência com largura de banda de 6 MHz para cada canal analógico que possuam.
A transmissão analógica continuará ocorrendo, simultâneamente à digital, por um período de 10 anos até 29/06/2016. A partir de Jul/2013 somente serão outorgados canais para a transmissão em tecnologia digital.
Deverão ser consignados pelo menos quatro canais digitais para a exploração direta pela União Federal como canal do Poder Executivo, Canal de Educação, Canal de Cultura e Canal de Cidadania.
Em Out/06 foram definidas as etapas a serem cumpridas por cada Emissora de TV analógica para implantação da TV Digital no Brasil (Port MC 652).
O início das transmissões de TV Digital terá início na cidade de São Paulo e se extenderá depois para as demais capitais e principais cidades, até atingir todo o país. Consulte os prazos em: Implantação da TV Digital no Brasil.
O Ministério das Comunicações divulgou cronograma que prevê para Dez/07 o início das transmissões de TV Digital na cidade de São Paulo e em Dez/09 em todas as capitais do país.
Cronograma de Implantação da TV Digital no Brasil
(Dec. 5820 de 29/06/06 )
Apresenta-se a seguir as etapas a serem cumpridas por cada emissora para implantação da TV Digital no Brasil. (Port. 652 Minicom 10/10/2006 )
Etapa
Prazo
1 - Emissora apresenta requerimento ao Minicom para consignação de canal digital
Variável conforme a cidade e tipo de emissora (tabela)
2 - Outorga do canal através de instrumento contratual entre emissora e Minicom
60 dias após aprovação do requerimento.
3 - Emissora apresentar ao Minicom projeto de instalação da estação transmissora.
6 meses
4 - Publicação da Portaria de aprovação do projeto de instalação
Não definido.
5 -Ínicio da transmissão digital
18 meses
A TV aberta (terrestre) transmitida para os televisores existentes em 90% das residências brasileiras utiliza canais analógicos com largura de banda de 6 MHz.
Na TV Digital a transmissão do áudio e do vídeo passa a ser feita através de sinais digitais que, codificados, permitem um uso mais eficiente do espectro eletromagnético, devido ao aumento da taxa de transmissão de dados na banda de frequências disponível.
É possível desta forma transmitir:
Som e imagem de melhor qualidade viabilizando a Televisão de Alta Definição (HDTV). A resolução da imagem na TV analógica que é de 400 x 400 pixels poderá ser de até 1920 x 1080 pixels.
Mais canais (até 4) na mesma faixa de frequências utilizada por um canal analógico.
A TV digital apresenta algumas funcionalidades que permitem uma interatividade entre o telespectador e a emissora possibilitando:
O acesso à informações adicionais como por exemplo o menu de programação.
A iteração do usuário com a emissora, através de um canal de retorno via linha telefônica por exemplo, possibilitando a este votar ou fazer compras.
Receptores de TV
Com a introdução da tecnologia digital na radiodifusão de TV (TV Digital Terrestre), o usuário poderá optar por uma das seguintes situações:
Continuar a receber a TV aberta da forma atual utilizando a sua TV analógica.
Adquirir um conversor (set top box) que permitirá receber o sinal digital e convertê-lo para um formato de vídeo e áudio disponível em seu receptor de TV
Adquirir uma TV nova que já incorpore o conversor.
Consulte: Como ficam os receptores de TV atuais com a TV Digital?
Tecnologias
Existem em todo o mundo três sistemas de TV Digital – o sistema americano (ATSC), o sistema europeu (DVB) e o sistema japonês (ISDB). Consulte a página: Tecnologias de TV Digital.
Implantação da TV Digital no Brasil
Em Jun/06 o Brasil adotou o padrão japonês (ISDB) para a TV Digital terrestre. Para detalhes consulte: Escolha do padrão de TV Digital
A definição ocorreu através do Decreto 5.820. Os principais pontos definidos no decreto são:
O decreto definiu que o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) adotará, como base, o padrão de sinais do ISDB-T e possibilitará transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e interatividade.
Ás emissoras de TV receberão um canal de radiofrequência com largura de banda de 6 MHz para cada canal analógico que possuam.
A transmissão analógica continuará ocorrendo, simultâneamente à digital, por um período de 10 anos até 29/06/2016. A partir de Jul/2013 somente serão outorgados canais para a transmissão em tecnologia digital.
Deverão ser consignados pelo menos quatro canais digitais para a exploração direta pela União Federal como canal do Poder Executivo, Canal de Educação, Canal de Cultura e Canal de Cidadania.
Em Out/06 foram definidas as etapas a serem cumpridas por cada Emissora de TV analógica para implantação da TV Digital no Brasil (Port MC 652).
O início das transmissões de TV Digital terá início na cidade de São Paulo e se extenderá depois para as demais capitais e principais cidades, até atingir todo o país. Consulte os prazos em: Implantação da TV Digital no Brasil.
O Ministério das Comunicações divulgou cronograma que prevê para Dez/07 o início das transmissões de TV Digital na cidade de São Paulo e em Dez/09 em todas as capitais do país.
Cronograma de Implantação da TV Digital no Brasil
(Dec. 5820 de 29/06/06 )
Apresenta-se a seguir as etapas a serem cumpridas por cada emissora para implantação da TV Digital no Brasil. (Port. 652 Minicom 10/10/2006 )
Etapa
Prazo
1 - Emissora apresenta requerimento ao Minicom para consignação de canal digital
Variável conforme a cidade e tipo de emissora (tabela)
2 - Outorga do canal através de instrumento contratual entre emissora e Minicom
60 dias após aprovação do requerimento.
3 - Emissora apresentar ao Minicom projeto de instalação da estação transmissora.
6 meses
4 - Publicação da Portaria de aprovação do projeto de instalação
Não definido.
5 -Ínicio da transmissão digital
18 meses
quinta-feira, 26 de abril de 2007
terça-feira, 24 de abril de 2007
TV para celular pela Toing
Toing cria serviço de TV por streaming para celular
Terça-feira, 10 de Abril de 2007, 19h17A Toing, empresa do ramo de serviços de valor adicionado para redes móveis, anunciou o lançamento da ToingTV, um serviço de streaming de canais de TV para celular com programação 24 horas. É a primeira vez no Brasil que um serviço como esse é posto no ar por um agregador de conteúdo com marca própria. Até então as iniciativas haviam partido das operadoras, como TIM e Claro. A ToingTV está funcionando em caráter experimental, com acesso gratuito. Estão disponíveis inicialmente seis canais: YoGospel (música gospel), MK Publicitá (música gospel), Deck Disc (música em geral), Planet Sex (conteúdo erótico), Furacão 2000 (funk) e Mundo Canibal (animações). A princípio, esses canais transmitem conteúdo que já estava disponível em seus acervos, mas futuramente criarão programas especialmente para a mídia celular. A ToingTV é acessível por qualquer celular com capacidade de streaming de vídeo em qualquer operadora. Basta acessar o endereço http://wap.toingtv.com.br. Calcula-se que entre 5% e 6% da base de celulares no Brasil está capacitada para streaming de vídeo.Em uma segunda fase do serviço, que deve começar no segundo semestre, a Toing pretende cobrar uma assinatura mensal por cada canal. O diretor de operações da empresa, Fabio Koiti, projeta uma assinatura em torno de R$ 2/mês por canal. A Toing não quer cobrar pelo serviço sem negociar com as operadoras. A idéia é que a receita com a assinatura seja dividida com elas, assim como com os canais. Ao mesmo tempo, seria importante que as operadoras oferecessem uma opção de pacote de dados ilimitado aos usuários, para não encarecer tanto o custo com tráfego de dados em serviços como a ToingTV.PublicidadeKoiti acredita que no futuro poderão surgir canais patrocinados por grandes marcas. A receita publicitária na ToingTV também será dividida com as operadoras. Outra idéia é realizar ações de cross-media envolvendo promoções via SMS e também aplicações de bate-papo relacionadas aos canais de TV. Fernando Paiva
Terça-feira, 10 de Abril de 2007, 19h17A Toing, empresa do ramo de serviços de valor adicionado para redes móveis, anunciou o lançamento da ToingTV, um serviço de streaming de canais de TV para celular com programação 24 horas. É a primeira vez no Brasil que um serviço como esse é posto no ar por um agregador de conteúdo com marca própria. Até então as iniciativas haviam partido das operadoras, como TIM e Claro. A ToingTV está funcionando em caráter experimental, com acesso gratuito. Estão disponíveis inicialmente seis canais: YoGospel (música gospel), MK Publicitá (música gospel), Deck Disc (música em geral), Planet Sex (conteúdo erótico), Furacão 2000 (funk) e Mundo Canibal (animações). A princípio, esses canais transmitem conteúdo que já estava disponível em seus acervos, mas futuramente criarão programas especialmente para a mídia celular. A ToingTV é acessível por qualquer celular com capacidade de streaming de vídeo em qualquer operadora. Basta acessar o endereço http://wap.toingtv.com.br. Calcula-se que entre 5% e 6% da base de celulares no Brasil está capacitada para streaming de vídeo.Em uma segunda fase do serviço, que deve começar no segundo semestre, a Toing pretende cobrar uma assinatura mensal por cada canal. O diretor de operações da empresa, Fabio Koiti, projeta uma assinatura em torno de R$ 2/mês por canal. A Toing não quer cobrar pelo serviço sem negociar com as operadoras. A idéia é que a receita com a assinatura seja dividida com elas, assim como com os canais. Ao mesmo tempo, seria importante que as operadoras oferecessem uma opção de pacote de dados ilimitado aos usuários, para não encarecer tanto o custo com tráfego de dados em serviços como a ToingTV.PublicidadeKoiti acredita que no futuro poderão surgir canais patrocinados por grandes marcas. A receita publicitária na ToingTV também será dividida com as operadoras. Outra idéia é realizar ações de cross-media envolvendo promoções via SMS e também aplicações de bate-papo relacionadas aos canais de TV. Fernando Paiva
Publicidade no MipTV 2007
Fragmentação afeta conteúdo e publicidade
Terça-feira, 17 de Abril de 2007, 08h59TV na Internet, fragmentação das mídias, novos modelos de receitas... Alguns dos temas mais quentes do cenário atual da mídia eletrônica foram temas de debates no primeiro dia do MipTV 2007, que vai até sexta-feira em Cannes, França.A publicidade, por exemplo, é um campo onde já se vêem mudanças importantes. Thomas Strearath, diretor da OgilvyOne da Alemanha, afirma que os próprios clientes estão pedindo novos formatos, porque com a mídia tradicional já não conseguem o mesmo impacto. "A receita da agência está crescendo hoje em áreas como o marketing direto e o marketing digital, e muito menos em mass media. Clientes como Zara, por exemplo, não anunciam mais", disse. O fenômeno da fragmentação das mídias é percebido também por Eric Schrier, do canal FX na Alemanha: "Ainda não sentimos queda na audiência, mas sabemos que nos EUA ela está migrando cada vez mais para o TiVo (DVR)", conta, explicando que este público assiste menos comerciais.A percepção geral é que a era dos "hits" está acabando, dando lugar a uma audiência mais segmentada. "Talvez em poucos anos 50% das pessoas ainda assistam TV da forma convencional, mas a outra metade mudará", disse Schrier. "Na Alemanha não há mais hits, grandes audiências, só para alguns eventos ao vivo. As pessoas vão para a Internet, os games. Um jogo como 'Warcraft' tem mais audiência que 'Desperate Housewives'".PromosodesO FX vem fazendo ações que se aproveitam das novas mídias para gerar negócios. Com a Pontiac, por exemplo, criou uma campanha envolvendo Internet, um concurso e uma série do canal. O canal também cria "promosodes", episódios promocionais de suas séries, vinculados à marca de um patrocinador, que coloca para download gratuito, gerando um efeito viral e atraindo a audiência. A nova temporada de "The Shield", por exemplo, foi lançada com um clipe no site Bud.TV, da cerveja Budweiser.RelevânciaA Internet também permite novos formatos além dos conhecidos 30 segundos. "O conteúdo é rei, mas o mais relevante é a... relevância", brincou Strearath, explicando que se o conteúdo for importante para o público, ele será assistido. Um exemplo foi a campanha feita para os cosméticos Dove, que teve um vídeo de 3 minutos distribuído na Internet, que se espalhou pela própria ação dos internautas. André Mermelstein, de Cannes
Terça-feira, 17 de Abril de 2007, 08h59TV na Internet, fragmentação das mídias, novos modelos de receitas... Alguns dos temas mais quentes do cenário atual da mídia eletrônica foram temas de debates no primeiro dia do MipTV 2007, que vai até sexta-feira em Cannes, França.A publicidade, por exemplo, é um campo onde já se vêem mudanças importantes. Thomas Strearath, diretor da OgilvyOne da Alemanha, afirma que os próprios clientes estão pedindo novos formatos, porque com a mídia tradicional já não conseguem o mesmo impacto. "A receita da agência está crescendo hoje em áreas como o marketing direto e o marketing digital, e muito menos em mass media. Clientes como Zara, por exemplo, não anunciam mais", disse. O fenômeno da fragmentação das mídias é percebido também por Eric Schrier, do canal FX na Alemanha: "Ainda não sentimos queda na audiência, mas sabemos que nos EUA ela está migrando cada vez mais para o TiVo (DVR)", conta, explicando que este público assiste menos comerciais.A percepção geral é que a era dos "hits" está acabando, dando lugar a uma audiência mais segmentada. "Talvez em poucos anos 50% das pessoas ainda assistam TV da forma convencional, mas a outra metade mudará", disse Schrier. "Na Alemanha não há mais hits, grandes audiências, só para alguns eventos ao vivo. As pessoas vão para a Internet, os games. Um jogo como 'Warcraft' tem mais audiência que 'Desperate Housewives'".PromosodesO FX vem fazendo ações que se aproveitam das novas mídias para gerar negócios. Com a Pontiac, por exemplo, criou uma campanha envolvendo Internet, um concurso e uma série do canal. O canal também cria "promosodes", episódios promocionais de suas séries, vinculados à marca de um patrocinador, que coloca para download gratuito, gerando um efeito viral e atraindo a audiência. A nova temporada de "The Shield", por exemplo, foi lançada com um clipe no site Bud.TV, da cerveja Budweiser.RelevânciaA Internet também permite novos formatos além dos conhecidos 30 segundos. "O conteúdo é rei, mas o mais relevante é a... relevância", brincou Strearath, explicando que se o conteúdo for importante para o público, ele será assistido. Um exemplo foi a campanha feita para os cosméticos Dove, que teve um vídeo de 3 minutos distribuído na Internet, que se espalhou pela própria ação dos internautas. André Mermelstein, de Cannes
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