sexta-feira, 6 de julho de 2007
IPTVCTBC promete lançar vídeo on demand este ano04
/07/2007, 18h46A CTBC está analisando propostas de fornecedores de plataformas de IPTV e prevê o lançamento do serviço de vídeo sob demanda para este ano. O produto será uma evolução do portal de vídeo sob demanda que a operadora tem hoje em seu site e que é oferecido via streaming para seus clientes de banda larga. Ainda não há um short list dos fornecedores de plataforma.De acordo com o superintendente de desenvolvimento de produtos da CTBC, Eduardo Rabonni, a rede da operadora está pronta para a oferta de IPTV. A companhia trabalha há dez anos com uma arquitetura de "fiber to the node" (FTTN), que leva anéis secundários de fibra óptica para os bairros, diminuindo a distância que precisa ser percorrida por fios de cobre até as residências. "A distância média era de 800 a 1 mil metros. Hoje é de 500 a 600 metros", explica o executivo. Com isso, a CTBC consegue oferecer planos de banda larga com velocidades de até 20 Mbps, o que facilita a oferta de IPTV.
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Telefônica briga para lançar TV paga ainda neste mês
5/7/2007 16:31:00
Mesmo sem ter fechado todos os acordos com provedores de conteúdo e com ajustes técnicos ainda pendentes, o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse que está trabalhando para lançar o serviço de TV por assinatura do grupo ainda este mês. "Trabalhamos para que nosso serviço de TV via satélite (DTH) seja lançado ainda em julho: estamos em negociação com os principais provedores de conteúdo e finalizando alguns ajustes técnicos, processos que queremos concluir o mais rapidamente possível", disse o executivo nesta quarta-feira.Na semana passada, o diretor-geral da empresa, Stael Prata, disse que a Telefônica já contratou cerca de 50 pessoas para o serviço Telefônica TV Digital, a maioria dedicada à área comercial, e contará com a equipe de três mil engenheiros que hoje faz a manutenção da rede da concessionária e da operadora de TV a cabo TVA. Na ocasião, ele afirmou que ainda não foi decidido se a operadora vai incorporar os 110 mil clientes da DTHi, operadora de TV paga com a qual a Telefônica mantém uma parceria comercial.Multa na EuropaA Comissão Européia, órgão executivo da União Européia, anunciou ontem ter aplicado à Telefônica uma multa superior a 150 milhões por "abuso muito grave de posição dominante" no mercado espanhol de conexões a internet por banda larga. Segundo a Comissão, desde 2001 a empresa vem tentando, com práticas anticompetitivas, impedir a entrada de empresas rivais no mercado. Após o anúncio, a Telefônica comunicou que recorrerá da "inexplicável decisão" da Comissão.TentativasDesde o final do ano passado, a Telefônica tenta lançar seu serviço de TV paga via satélite. O serviço chegou a iniciar o atendimento a clientes interessados em a partir do final de novembro, apenas para anunciar mais tarde que a data ainda não havia sido marcada.A iniciativa recebeu críticas do presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista, que apontava o serviço da Telefônica de ilegal. "Eles precisariam da aprovação da Anatel", disse o executivo, referindo-se à Agência Nacional de Telecomunicações. "Se o serviço for lançado, será uma afronta de uma empresa estrangeira à agência reguladora brasileira". Fonte: Agência Estado
Mesmo sem ter fechado todos os acordos com provedores de conteúdo e com ajustes técnicos ainda pendentes, o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse que está trabalhando para lançar o serviço de TV por assinatura do grupo ainda este mês. "Trabalhamos para que nosso serviço de TV via satélite (DTH) seja lançado ainda em julho: estamos em negociação com os principais provedores de conteúdo e finalizando alguns ajustes técnicos, processos que queremos concluir o mais rapidamente possível", disse o executivo nesta quarta-feira.Na semana passada, o diretor-geral da empresa, Stael Prata, disse que a Telefônica já contratou cerca de 50 pessoas para o serviço Telefônica TV Digital, a maioria dedicada à área comercial, e contará com a equipe de três mil engenheiros que hoje faz a manutenção da rede da concessionária e da operadora de TV a cabo TVA. Na ocasião, ele afirmou que ainda não foi decidido se a operadora vai incorporar os 110 mil clientes da DTHi, operadora de TV paga com a qual a Telefônica mantém uma parceria comercial.Multa na EuropaA Comissão Européia, órgão executivo da União Européia, anunciou ontem ter aplicado à Telefônica uma multa superior a 150 milhões por "abuso muito grave de posição dominante" no mercado espanhol de conexões a internet por banda larga. Segundo a Comissão, desde 2001 a empresa vem tentando, com práticas anticompetitivas, impedir a entrada de empresas rivais no mercado. Após o anúncio, a Telefônica comunicou que recorrerá da "inexplicável decisão" da Comissão.TentativasDesde o final do ano passado, a Telefônica tenta lançar seu serviço de TV paga via satélite. O serviço chegou a iniciar o atendimento a clientes interessados em a partir do final de novembro, apenas para anunciar mais tarde que a data ainda não havia sido marcada.A iniciativa recebeu críticas do presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista, que apontava o serviço da Telefônica de ilegal. "Eles precisariam da aprovação da Anatel", disse o executivo, referindo-se à Agência Nacional de Telecomunicações. "Se o serviço for lançado, será uma afronta de uma empresa estrangeira à agência reguladora brasileira". Fonte: Agência Estado
Mobile Marketing
Empresas se unem a associação de mobile marketing 5/7/2007 16:41:00
A Yavox Latin America, integradora de soluções para o mercado de transmissão de dados e tecnologia wireless, e a TellVox, do mercado de entretenimento para telefonia móvel, acabam de se associar à MMA - Mobile Marketing Association - a primeira entidade global que visa estimular o crescimento do mobile marketing e suas tecnologias associadas. O principal benefício é o alisas no Brasil para conduzir ao desenvolvimento sustentável desse mercado.Além disso, a participação de empresas brasileiras acontece num momento peculiar. Desde 2006, o País vive a internacionalização dos negócios de SVA - Serviços de Valor Adicionado -, com a entrada de pelo menos 15 empresas estrangeiras. Segundo o presidente da Yavox Latin America, Andreas Blazoudakis, não há como impedir esse movimento, sendo necessário competir em pé de igualdade; ter acesso a estudos, pesquisas, condutas adotadas mundialmente e trazer as melhores práticas. "A MMA provê esse benchmarking altamente qualificado. Ora, a interatividade não pode ter fronteiras e o nosso país não pode ser a exceção", comenta. A MMA desenvolveu códigos de conduta e direcionamentos para encorajar a adoção dos canais móveis como ferramenta de marketing bem como proteger a privacidade e a experiência de utilização do consumidor. A MMA pretende lançar linhas diretivas mundiais que serão, então, regionalizadas e ou nacionalizadas de acordo com as necessidades.
A Yavox Latin America, integradora de soluções para o mercado de transmissão de dados e tecnologia wireless, e a TellVox, do mercado de entretenimento para telefonia móvel, acabam de se associar à MMA - Mobile Marketing Association - a primeira entidade global que visa estimular o crescimento do mobile marketing e suas tecnologias associadas. O principal benefício é o alisas no Brasil para conduzir ao desenvolvimento sustentável desse mercado.Além disso, a participação de empresas brasileiras acontece num momento peculiar. Desde 2006, o País vive a internacionalização dos negócios de SVA - Serviços de Valor Adicionado -, com a entrada de pelo menos 15 empresas estrangeiras. Segundo o presidente da Yavox Latin America, Andreas Blazoudakis, não há como impedir esse movimento, sendo necessário competir em pé de igualdade; ter acesso a estudos, pesquisas, condutas adotadas mundialmente e trazer as melhores práticas. "A MMA provê esse benchmarking altamente qualificado. Ora, a interatividade não pode ter fronteiras e o nosso país não pode ser a exceção", comenta. A MMA desenvolveu códigos de conduta e direcionamentos para encorajar a adoção dos canais móveis como ferramenta de marketing bem como proteger a privacidade e a experiência de utilização do consumidor. A MMA pretende lançar linhas diretivas mundiais que serão, então, regionalizadas e ou nacionalizadas de acordo com as necessidades.
Globo inaugura central de TV digital em MG
5/7/2007 09:48:00
A Rede Globo Minas inaugura nesta quinta-feira (5), em Belo Horizonte (MG), o novo controle mestre da emissora, já está preparado para operar no sistema digital. O controle mestre é o coração da emissora, onde é gerada toda a programação da empresa. Segundo a Rede Globo, este é um grande passo para a conclusão de toda a digitalização da emissora, feito com equipamentos de última geração. O projeto também vai preparar a emissora para o início das transmissões em Alta Definição (HDTV) para BH já em 2008. A inauguração conta com a presença do ministro das Comunicações, Hélio Costa, que fará uma apresentação durante o evento.Fonte: IDG Now!
A Rede Globo Minas inaugura nesta quinta-feira (5), em Belo Horizonte (MG), o novo controle mestre da emissora, já está preparado para operar no sistema digital. O controle mestre é o coração da emissora, onde é gerada toda a programação da empresa. Segundo a Rede Globo, este é um grande passo para a conclusão de toda a digitalização da emissora, feito com equipamentos de última geração. O projeto também vai preparar a emissora para o início das transmissões em Alta Definição (HDTV) para BH já em 2008. A inauguração conta com a presença do ministro das Comunicações, Hélio Costa, que fará uma apresentação durante o evento.Fonte: IDG Now!
iPhone movimenta US$ 186,1 milhões nos EUA
Apple e AT&T comercializaram 700 mil unidades no último fim de semana, o dobro das previsões iniciais; rentabilidade do aparelho supera a das rivais
Cibele Santos 04/07 - 12:28
Segundo estimativas da empresa de pesquisa iSuppli e da corretora de valores Goldman Sachs Group Inc., as lojas da Apple e da AT&T nos Estados Unidos venderam 700 mil iPhones entre a noite do lançamento, na sexta-feira, 29 de junho, até o domingo, 1º de julho. A versão de 8 gigabytes, de US$ 599 (três vezes o preço de lançamento do Q, da Motorola) contribuiu em grande parte para que as vendas dos aparelhos somassem US$ 186,1 milhões no fim de semana, superando de longe as projeções iniciais do mercado. O modelo mais barato, de 4 gigas, custa US$ 499.Os analistas ouvidos ra pela Bloomberg divergem quanto ao número real de vendas unitárias, mas, de modo geral, estas ultrapassaram em mais de duas vezes as previsões iniciais - tanto na avaliação da Goldman Sachs (700 mil versus 350 mil) quanto da Piper Jaffray & Co. (500 mil contra 200 mil). O fato é que, na segunda-feira, 2, mais da metade das lojas Apple tinha esgotado o seu estoque, o mesmo acontecendo na esmagadora maioria das 1,8 mil revendedoras AT&T (provedora exclusiva do serviço wireless do aparelho). Como resultado, as ações da Apple, que até este momento do ano já saltaram 50%, bateram o recorde de crescimento dos últimos seis meses (avanço de 4,9%, ou de US$ 5,91) na terça-feira 3, fechando a US$ 127,17 na Bolsa Nasdaq de Nova York. Margens dobradas Como apontado pela iSuppli, o preço de venda do produto supera em mais de duas vezes o seu custo total de produção, tornando-o mais lucrativo que os celulares das líderes mundiais, a finlandesa Nokia Oyj e a americana Motorola Inc.. Na avaliação da iSuppli, o preço de fabricação do modelo de US$ 599 é de apenas US$ 265,83 - o que se traduz em margem bruta (diferença entre o preço de venda e o custo da mercadoria) superior a 55%. Em comparação, a Research In Motion Ltd., fabricante do BlackBerry, reportou margem de 51,8% no último trimestre; a Palm Inc., que produz o Treo, 38,2%; e os celulares da Motorola, menos de 30%. O iPhone teve um ótimo começo, disse à Bloomberg o analista Bill Choi, da Jefferies: "Eles estão sendo vendidos por muito dinheiro e são muito rentáveis em termos de margem bruta". Por outro lado, ressalva, o fato de a margem ser maior do que a de alguns concorrentes não determina, isoladamente, o nível de lucratividade de um produto, na medida em que as empresas também investem em logística, royalties, marketing, pesquisa e desenvolvimento. "A Apple ainda precisa vender uma ’massa crítica’ de iPhones para cobrir os custos de desenvolvimento", observou. Componentes Depois de abrir um iPhone de 8 gigabytes para pesquisar seus componentes, a iSuppli verificou que a sul-coreana Samsung Electronics Co. é a maior fornecedora do supercelular, sendo que seus chips de memória e processadores respondem por 30,5% do custo das peças.
Cibele Santos 04/07 - 12:28
Segundo estimativas da empresa de pesquisa iSuppli e da corretora de valores Goldman Sachs Group Inc., as lojas da Apple e da AT&T nos Estados Unidos venderam 700 mil iPhones entre a noite do lançamento, na sexta-feira, 29 de junho, até o domingo, 1º de julho. A versão de 8 gigabytes, de US$ 599 (três vezes o preço de lançamento do Q, da Motorola) contribuiu em grande parte para que as vendas dos aparelhos somassem US$ 186,1 milhões no fim de semana, superando de longe as projeções iniciais do mercado. O modelo mais barato, de 4 gigas, custa US$ 499.Os analistas ouvidos ra pela Bloomberg divergem quanto ao número real de vendas unitárias, mas, de modo geral, estas ultrapassaram em mais de duas vezes as previsões iniciais - tanto na avaliação da Goldman Sachs (700 mil versus 350 mil) quanto da Piper Jaffray & Co. (500 mil contra 200 mil). O fato é que, na segunda-feira, 2, mais da metade das lojas Apple tinha esgotado o seu estoque, o mesmo acontecendo na esmagadora maioria das 1,8 mil revendedoras AT&T (provedora exclusiva do serviço wireless do aparelho). Como resultado, as ações da Apple, que até este momento do ano já saltaram 50%, bateram o recorde de crescimento dos últimos seis meses (avanço de 4,9%, ou de US$ 5,91) na terça-feira 3, fechando a US$ 127,17 na Bolsa Nasdaq de Nova York. Margens dobradas Como apontado pela iSuppli, o preço de venda do produto supera em mais de duas vezes o seu custo total de produção, tornando-o mais lucrativo que os celulares das líderes mundiais, a finlandesa Nokia Oyj e a americana Motorola Inc.. Na avaliação da iSuppli, o preço de fabricação do modelo de US$ 599 é de apenas US$ 265,83 - o que se traduz em margem bruta (diferença entre o preço de venda e o custo da mercadoria) superior a 55%. Em comparação, a Research In Motion Ltd., fabricante do BlackBerry, reportou margem de 51,8% no último trimestre; a Palm Inc., que produz o Treo, 38,2%; e os celulares da Motorola, menos de 30%. O iPhone teve um ótimo começo, disse à Bloomberg o analista Bill Choi, da Jefferies: "Eles estão sendo vendidos por muito dinheiro e são muito rentáveis em termos de margem bruta". Por outro lado, ressalva, o fato de a margem ser maior do que a de alguns concorrentes não determina, isoladamente, o nível de lucratividade de um produto, na medida em que as empresas também investem em logística, royalties, marketing, pesquisa e desenvolvimento. "A Apple ainda precisa vender uma ’massa crítica’ de iPhones para cobrir os custos de desenvolvimento", observou. Componentes Depois de abrir um iPhone de 8 gigabytes para pesquisar seus componentes, a iSuppli verificou que a sul-coreana Samsung Electronics Co. é a maior fornecedora do supercelular, sendo que seus chips de memória e processadores respondem por 30,5% do custo das peças.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Joost muda modelo de propaganda na TV
O que sua antiga televisão não faz, o Joost faz.
Criado pelos inventores do Kazaa e do Skype, o Joost é um projeto de TV no computador, sempre online.
Mas não só isso, a programação é "on-demand", ou seja, o usuário decide o quê e quando assistir dentre uma lista de opções de programas disponíveis.
Recomenda-se 512 Mb de RAM e uma placa de vídeo com recursos 3D, que hoje já se tornaram padrão até nas modelos onboard.
O Joost tem qualidade de vídeo superior ao vídeo tradicional que a gente assiste na web e, ainda por cima, é possível "ligar" o Joost à sua televisão da sala através de uma placa com saída de RTV instalada no computador.
E se você gosta mesmo de tecnologia, hoje já existe uma série de acessórios para transmitir áudio e imagem do computador para a televisão, sem uso de fios.
Qual o verdadeiro impacto do Joost na forma como assistimos televisão?
No Joost, não há o conceito de "emissoras de TV"; o que o espectador deve procurar são seus programas ou assuntos relacionados que gerem uma lista de programas similares.
É possível iniciar e pausar a programação a qualquer momento.A lista de canais disponíveis para o Brasil ainda é pequena (embora já bastante atraente), mas nos Estados Unidos já é possível assistir aos mesmos programas que são transmitidos em emissoras como Fox ou Sony.
Com a já citada vantagem de que quem comanda a exibição dos programas é o usuário, não mais o espectador.Extrapolando um pouco, o usuário também pode escolher que não quer ver propagandas.
Imagine o impacto disto nas agências publicitárias tradicionais; é o marketing de permissão levado ao meio televisivo, em contra-senso ao modelo atual de marketing de interrupção.
A imagem é exibida em tela cheia no monitor, mas com um clique em qualquer local da tela abrem-se as opções de interação: lista de canais, informações sobre o programa, tamanho da tela, controle de tempo (avançar, pausar etc.), volume e outras tantas.
Como toda boa ferramenta web, o Joost possui uma série de aplicativos que rodam sobre a programação e permitem interagir com a ferramenta ou com outros usuários do serviço. Desde um pequeno relógio até uma sala de chat ou um ranking para avaliação dos programas em exibição.
Como fica a propaganda?Considerando esta democracia no meio televisivo, os anunciantes mais tradicionais podem imaginar que a saída seria criar filmes publicitários mais impactantes, seja pelo humor, pelo inusitado ou por qualquer outro apelo de comunicação. Isto, entretanto, não é a saída.Qualquer conteúdo criado sob estes moldes tende a ter uma relevância cada vez menor com a frequência. Ou seja, se um consumidor já foi impactado uma vez por aquele filme publicitário, a força do impacto tende a se dispersar rapidamente na segunda vez, terceira vez. e assim por diante.Teríamos filmes publicitários feitos para exibição uma única vez e, se entrarem na moda do "viral", serão repassados para que outras pessoas assistam. Raros são os hits virais que são novamente acessados pela mesma pessoa. O "Manamana" dos Muppets ainda me diverte quando o dia está estressante, mas até quando?
Indo por outra direção, as empresas podem começar a produzir conteúdo para exibir em canais específicos do Joost- um documentário sobre esportes radiciais feito pela Nike, por exemplo? Ainda nesta linha, uma empresa poderia patrocinar um programa e ter a marca exibida durante a veiculação ou trabalhar a questão de merchandising implícito nos acontecimentos de um show. Ou ainda, criar seus próprios widgets que ofereçam alguma funcionalidade, algum benefício adicional na operacionalização do Joost.É, sem dúvida, uma outra quebra no modelo tradicional de comunicação e que ainda vai dar muito o que assistir. Por JC Rodrigues - publicado no WebInsider
Criado pelos inventores do Kazaa e do Skype, o Joost é um projeto de TV no computador, sempre online.
Mas não só isso, a programação é "on-demand", ou seja, o usuário decide o quê e quando assistir dentre uma lista de opções de programas disponíveis.
Recomenda-se 512 Mb de RAM e uma placa de vídeo com recursos 3D, que hoje já se tornaram padrão até nas modelos onboard.
O Joost tem qualidade de vídeo superior ao vídeo tradicional que a gente assiste na web e, ainda por cima, é possível "ligar" o Joost à sua televisão da sala através de uma placa com saída de RTV instalada no computador.
E se você gosta mesmo de tecnologia, hoje já existe uma série de acessórios para transmitir áudio e imagem do computador para a televisão, sem uso de fios.
Qual o verdadeiro impacto do Joost na forma como assistimos televisão?
No Joost, não há o conceito de "emissoras de TV"; o que o espectador deve procurar são seus programas ou assuntos relacionados que gerem uma lista de programas similares.
É possível iniciar e pausar a programação a qualquer momento.A lista de canais disponíveis para o Brasil ainda é pequena (embora já bastante atraente), mas nos Estados Unidos já é possível assistir aos mesmos programas que são transmitidos em emissoras como Fox ou Sony.
Com a já citada vantagem de que quem comanda a exibição dos programas é o usuário, não mais o espectador.Extrapolando um pouco, o usuário também pode escolher que não quer ver propagandas.
Imagine o impacto disto nas agências publicitárias tradicionais; é o marketing de permissão levado ao meio televisivo, em contra-senso ao modelo atual de marketing de interrupção.
A imagem é exibida em tela cheia no monitor, mas com um clique em qualquer local da tela abrem-se as opções de interação: lista de canais, informações sobre o programa, tamanho da tela, controle de tempo (avançar, pausar etc.), volume e outras tantas.
Como toda boa ferramenta web, o Joost possui uma série de aplicativos que rodam sobre a programação e permitem interagir com a ferramenta ou com outros usuários do serviço. Desde um pequeno relógio até uma sala de chat ou um ranking para avaliação dos programas em exibição.
Como fica a propaganda?Considerando esta democracia no meio televisivo, os anunciantes mais tradicionais podem imaginar que a saída seria criar filmes publicitários mais impactantes, seja pelo humor, pelo inusitado ou por qualquer outro apelo de comunicação. Isto, entretanto, não é a saída.Qualquer conteúdo criado sob estes moldes tende a ter uma relevância cada vez menor com a frequência. Ou seja, se um consumidor já foi impactado uma vez por aquele filme publicitário, a força do impacto tende a se dispersar rapidamente na segunda vez, terceira vez. e assim por diante.Teríamos filmes publicitários feitos para exibição uma única vez e, se entrarem na moda do "viral", serão repassados para que outras pessoas assistam. Raros são os hits virais que são novamente acessados pela mesma pessoa. O "Manamana" dos Muppets ainda me diverte quando o dia está estressante, mas até quando?
Indo por outra direção, as empresas podem começar a produzir conteúdo para exibir em canais específicos do Joost- um documentário sobre esportes radiciais feito pela Nike, por exemplo? Ainda nesta linha, uma empresa poderia patrocinar um programa e ter a marca exibida durante a veiculação ou trabalhar a questão de merchandising implícito nos acontecimentos de um show. Ou ainda, criar seus próprios widgets que ofereçam alguma funcionalidade, algum benefício adicional na operacionalização do Joost.É, sem dúvida, uma outra quebra no modelo tradicional de comunicação e que ainda vai dar muito o que assistir. Por JC Rodrigues - publicado no WebInsider
terça-feira, 3 de julho de 2007
Samsung demonstra TV Digital para consumidores
Degustação em S.Paulo:
20/6/2007
A Samsung, líder mundial no desenvolvimento de tecnologias digitais, mais uma vez se antecipa à indústria e com mais de seis meses de antecedência, apresenta pela primeira vez no país o futuro da televisão brasileira, que promete revolucionar o papel do aparelho de TV na vida dos consumidores. "Em mais uma ação que reforça o pioneirismo da Samsung, conseguimos sair na frente para demonstrar o grande potencial dessa nova realidade tecnológica, que estará disponível comercialmente a partir de dezembro deste ano", afirma José Roberto Campos, vice-presidente Executivo da Samsung. "Em um futuro próximo, a TV digital irá modificar a relação das pessoas com seu aparelho de televisão e a Samsung, desde já, proporciona esta experiência aos consumidores", completa. A apresentação será realizada utilizando um aparelho de cristal líquido (LCD) da Samsung, equipado com tecnologia Full-HD, que receberá e reproduzirá fielmente o sinal digital, gerado pela TV Globo. Desta forma, os consumidores poderão degustar todas as novidades e benefícios proporcionados pelo novo sistema a ser adotado no país, como qualidade de imagem e som superiores, recursos inovadores e aplicações nas mais diversas áreas. "Por ser uma das empresas que mais investem em Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil e no mundo, a Samsung possui uma equipe de engenheiros altamente qualificados que se dedicam diariamente para oferecer aos brasileiros produtos que atendam as necessidades e especificidades do mercado local, de forma rápida e flexível, garantindo a satisfação dos seus consumidores", afirma Mr. Hong Soo Han, presidente do Instituto de Desenvolvimento da Samsung. O funcionamento da nova TV brasileira poderá ser conferido de forma exclusiva e em tempo real a partir da próxima quarta-feira (20), na loja-conceito Samsung Experience, localizada no MorumbiShopping, em São Paulo.
20/6/2007
A Samsung, líder mundial no desenvolvimento de tecnologias digitais, mais uma vez se antecipa à indústria e com mais de seis meses de antecedência, apresenta pela primeira vez no país o futuro da televisão brasileira, que promete revolucionar o papel do aparelho de TV na vida dos consumidores. "Em mais uma ação que reforça o pioneirismo da Samsung, conseguimos sair na frente para demonstrar o grande potencial dessa nova realidade tecnológica, que estará disponível comercialmente a partir de dezembro deste ano", afirma José Roberto Campos, vice-presidente Executivo da Samsung. "Em um futuro próximo, a TV digital irá modificar a relação das pessoas com seu aparelho de televisão e a Samsung, desde já, proporciona esta experiência aos consumidores", completa. A apresentação será realizada utilizando um aparelho de cristal líquido (LCD) da Samsung, equipado com tecnologia Full-HD, que receberá e reproduzirá fielmente o sinal digital, gerado pela TV Globo. Desta forma, os consumidores poderão degustar todas as novidades e benefícios proporcionados pelo novo sistema a ser adotado no país, como qualidade de imagem e som superiores, recursos inovadores e aplicações nas mais diversas áreas. "Por ser uma das empresas que mais investem em Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil e no mundo, a Samsung possui uma equipe de engenheiros altamente qualificados que se dedicam diariamente para oferecer aos brasileiros produtos que atendam as necessidades e especificidades do mercado local, de forma rápida e flexível, garantindo a satisfação dos seus consumidores", afirma Mr. Hong Soo Han, presidente do Instituto de Desenvolvimento da Samsung. O funcionamento da nova TV brasileira poderá ser conferido de forma exclusiva e em tempo real a partir da próxima quarta-feira (20), na loja-conceito Samsung Experience, localizada no MorumbiShopping, em São Paulo.
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